O Grupo de Danças e Cantares Besclore foi fundado em 1987, é uma das vertentes do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Grupo Novo Banco.

Composto por cerca de 40 elementos visa “recolher, representar, promover e divulgar as tradições, usos, costumes, danças e cantares do povo do Alto e Baixo Minho português”. Iniciando a sua representação etno-folclórica nas danças, nos cantares e no trajar do final do XIX, princípio do séc. XX.

O Grupo leva já alguns anos de actividade na exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d`Arga e Soajo.

Tem ao longo dos anos participado em inúmeros espectáculos, festivais de folclore e romarias de Norte a Sul do Pais.Além de Portugal, o Besclore já se exibiu em Espanha, França, Inglaterra e Itália.


Fotografia de Grupo de Agosto de 2014
ESTE NÃO É O SITE OFICIAL!!
PARA QUALQUER ASSUNTO OFICIAL SOBRE O GRUPO CONTACTAR O GRUPO CULTURAL E DESPORTIVO DOS TRABALHADORES DO GRUPO NOVO BANCO(VER CONTACTOS NO MENU EM CIMA).

Festival de Folclore de Souto (Arcos de Valdevez)

No dia 27 de Junho de 2009 participámos no Festival de Folclore de Souto, organizado pelo Rancho de S. Pedro de Souto.

Aqui fica um vídeo desse dia.

Vídeo retirado do you tube - Adriano Augusto


Historial do grupo

Inserido em plena região do Alto Minho, na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês, o concelho de Arcos de Valdevez tem riquíssimas tradições ligadas ao folclore, dignas de serem representadas com fidelidade, perseverando assim aquilo que de melhor faziam os nossos antepassados, quer nos trabalhos agrícolas, quer nas festas e romarias. No Alto Minho não havia desfolhada do milho ou espadelada do linho que não desse motivo para se dar um pezinho de dança e entoar algumas daquelas cantigas que toda a gente conhecia e sabia de cor. As festas e romarias do Alto Minho sempre foram verdadeiras manifestações de alegria, da parte do povo desta região, que se “apressava” em cantar e dançar a chula, o vira ou a caninha verde.

Fundado em Janeiro de 1981, o Rancho Folclórico de S. Pedro de Souto tem sido um dos legítimos representantes das danças e cantares, dos usos e costumes desta bela região do Vale-do-Vez. Fruto das recolhas efectuadas ao longo destes trinta anos de actividade, este Grupo tem consciência de apresentar no seu reportório aquelas que são as danças e cantigas mais típicas e genuínas do concelho de Arcos de Valdevez.

Os trajes que exibe são cópias fiéis daqueles que as nossas gentes usavam no início do século passado, pois os primeiros ranchos folclóricos terão aparecido em Viana do Castelo entre 1917 e 1920 isto, segundo o notável folclorista Abel Viana, embora o “movimento folclorístico” só terá atingido expressão nacional entre 1940 e 1960 quando vão aparecendo ranchos folclóricos por todo o país.

Dos trajes do Rancho Folclórico de S. Pedro de Souto salientamos o traje de noivos, o fato domingueiro ou de ver a Deus, o fato de meia senhora, o traje de festa, o de mercar (ou de feira), o de trabalho (ou camponês) e o de serrano. Como excepção, apresentamos um ou dois trajes vianenses para que a nossa Capital de Distrito possa fazer parte da nossa apresentação por terras longínquas. É que, este Rancho Folclórico tem percorrido, de norte a sul, todo o nosso Portugal e conta também com várias actuações no estrangeiro, nomeadamente na vizinha Espanha onde se deslocou por várias vezes, Andorra e em terras de França: em Bordéus, Paris e Versalhes.

Toda esta dedicação ao serviço da cultura e em prol do folclore e etnografia da nossa região vem sendo reconhecida pelas grandes manifestações de carinho por parte da comunidade local, nomeadamente por parte da Autarquia Arcuense que no dia 11 de Julho de 2009 atribuiu a este Rancho Folclórico a Medalha de Mérito Cultural, distinção que muito nos honra.

O Rancho Folclórico de S. Pedro de Souto tem os seus trabalhos de recolha editados em três gravações, ultimamente compiladas num CD que pode ser adquirido junto deste grupo folclórico ou em qualquer parte do país nas lojas discográficas.

Realiza, anualmente, no mês de Junho/Julho, o seu festival de folclore que tem contado com a presença de grandes grupos, dignificadores do folclore nacional.


 
Texto  e fotografias retirados do facebook do grupo - https://www.facebook.com/ranchos.pedro.souto.7/info

IV Minho em Lisboa

IV Encontro de Cultura Tradicional Minhota

23 e 24 de Maio de 2009 – Praça da Figueira

Organizado desde 2006 pelo Clube GBES, e desde 2008 em parceria estreita com a Câmara Municipal de Lisboa, o Encontro de Cultura Tradicional Minhota “O Minho em Lisboa” é já o maior evento de Cultura Tradicional Minhota que se realiza em território nacional fora da Província do Minho.
Contando com a presença de diversos agrupamentos folclóricos oriundos do Minho, bem como de outros, como é o caso do anfitrião Grupo de Danças e Cantares Besclore, que representam o Minho mas estão sedeados noutras localidades, pretende-se com este evento trazer as Danças, os Cantares, a Etnografia e o Folclore, e as artes e saberes tradicionais do Alto e Baixo Minho português à Capital.
O dois desfiles programados para o evento (sábado desde a Praça dos Restauradores, Largo do Chiado e Arco da Rua Augusta, e domingo apenas desde o Arco da Rua Augusta), serão a melhor homenagem que se poderá fazer ao trajar minhoto: a garradice dos trajes de Lavradeira, a beleza das moças namoradeiras, a forma de ourar os peitos das Mordomas e o brio dos rapazes que as acompanham a desfilar por algumas das mais emblemáticas e movimentadas artérias da belíssima Baixa Pombalina. Os dois espectáculos etnográficos (sábado e domingo à tarde), mostrarão o mais singular do Folclore minhoto: o “gritar” da concertina, o repenicar das castanholas e o bater dos tacões.

Se juntarmos a tudo isto a exposição de artesanto regional (uma panóplia de artes e mesteres tradicionais minhotos, deixando apenas de fora a gastronomia), que irá estar patente nas barracas colocadas na Praça da Figueira para o efeito e o espectáculo de concertinas e cantares ao Desafio, pensamos estarem reunidas todas as condições para uma extraordinária jornada de engrandecimento da Cultura Tradicional na Capital.



PROGRAMA: IV Encontro de Cultura Tradicional Minhota “O Minho em Lisboa”

Sábado, 23 de Maio
15.00h - Concentração e actuação dos Grupos no Largo do Chiado, Terreiro do Paço e Portas de Santo Antão seguida de desfile até à Praça da Figueira
Participantes:
- Grupo de Danças e Cantares Besclore (saída do Largo do Chiado)
- Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho (saída da Praça dos Restauradores)
- Grupo de Danças e Cantares Verde Minho (saída do Arco da Rua Augusta)
- Grupo de Bombos da Casa do Concelho de Amarante (saída do Largo do Chiado)

16.00h - Início ao Encontro com mostra de artesanato e produtos regionais e espectáculo de Danças e Cantares

21.30h - Encontro de Concertinas e Cantares ao Desafio (no palco onde decorreu o Espectáculo Etnográfico)

Domingo, 24 de Maio:
10.30h - Missa Solene na Igreja da Graça cantada pelos grupos e trajados a rigor (finais do séc. XIX, princípios do séc. XX)

15.00h - Grande Desfile Etnográfico pela Rua Augusta em direcção à Praça da Figueira onde decorrerá o espectáculo de encerramento

16.00h - Animação de Rua com oficinas de Danças Populares Minhotas







Vídeos Retirados do you tube - Adriano Augusto

Festa de Grândola

No dia 24 de Janeiro o grupo deslocou-se a Grândola para participar nas festas da Vila, a convite do Grupo Coral e Etnográfico de Grândola.

Aqui fica um pouco da história da Vila de Grândola.


Brasão da Vila

Grândola é uma vila portuguesa no Distrito de Setúbal, região do Alentejo e subregião do Alentejo Litoral, com cerca de 10 400 habitantes.

É sede de um município com 805,00 km² de área, subdividido em 5 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Alcácer do Sal, a leste por Ferreira do Alentejo, a sul por Santiago do Cacém, a oeste tem um longo litoral no oceano Atlântico e a noroeste o Estuário do Sado separa-o do município de Setúbal.

Actuações 2009

10/1 - Encontro de Cantares do Ciclo Natalício e ao Menino - G. D. C. Besclore
24/1 - Festas de Grândola - Grupo Coral Etnog. Grândola
8/2 - Festa de Aniversário da J. F. S. João
13/2 - Café Concerto Escola 2.3 Albarraque
2/5 - Festas de Monte Penedo - Mação
9/5 - Centro Cultural Roque Gameiro - Casal de S. Braz
23/5 e 24/5 - IV Minho em Lisboa - G.D.C. Besclore - Lisboa
30/5 - Festival Folclore Cidade de Loures - G.D.C. Verde Minho
5/6 - Caravela d'Ouro - Algés
13/6 - Folk'Queijas 2009 - J. F. Queijas
27/6 - Festival de Folclore de Souto (Arcos de Valdevez) - R. F. de S. Pedro Souto
4/7 - Festa do Grão - Freguesia de Santo Amador
11/7 - Festival de Folclore do Larajeiro - G. F. das Praias do Sado
16/7 - Feira de Artesanato do Estoril
18/7 - Festival de Folclore S. Torcato - G. F. São Torcato
25/7 - Festival de Folclore de Freguesia da Lapa - R. F. Lapa
1/8 - Festival de Folclore de Alcanhões - R. F. de Alcanhões
9/8 - Festas da Aldeia da Serra (Mação) - Assoc. Melhor da Serra
15/8 - Festival Folclore de Parada de Gatim - G. F. Parada de Gatim
16/8 - Festas do Santíssimo Sacramento (Moita - Sabugal) - Comissão de Festas
20/8 - Feira de Artesanato do Estoril
30/8 - Romaria do Pereiro - Mação - Comisão de Festas
12/9 - Festival de Folclore de Almedina (Coimbra) - G. F. da Região de Coimbra
27/9 - X Festival de Folclore Besclore 2009 - G. D. C. Besclore

IX FESTIVAL de FOLCLORE G.D.C. Besclore

No dia 21 de Setembro de 2008 organizámos mais um Festival Nacional de Folclore, que decorreu no Terreiro do Paço, em Lisboa.







Vídeos retirados do you tube - Adriano Augusto

Festitradições de Povos do Mundo 2008 - Lorvão

No passado dia 13 de Julho deslocámo-nos ao Lorvão para actuar no Festitradições de Povos do Mundo 2008, festival organizado pelo GEL.

 Aqui ficam dois vídeos desse dia.






Vídeos recolhidos e editados  por Adriano Augusto


Lorvão
Lorvão, vale umbroso onde as casas se agacham e apertam umas contra as outras, por entre ruelas de lapeira cobertas de mato, como a fazer frente á grande mole arquitectónico do Mosteiro coroado pelo Zimbório cintilante de azulejos é circunstância que diferencia qualquer mortal dos povos vizinhos.

A Vila de Lorvão, que dista a 7 km de Penacova e a 25 km de Coimbra, estende-se pelas encostas de um profundo vale exuberante vegetação, abrigada dos ventos agrestes e banhada pelo sol radiante, deixando ver lá no fundo do seu vale o seu gracioso e secular Mosteiro.



Historial do grupo

O Grupo Etnográfico de Lorvão foi fundado em Março de 1988, e logo iniciou um trabalho entusiástico, mas metódico e persistente, de investigação e recolha, estudo e tratamento das tradições, usos, costumes, trajes, danças e cantares – que, à sombra do Mosteiro de Lorvão, animavam a vida quotidiana das suas gentes, com o objectivo de preservar e divulgar e apresentar o património cultural tradicional de Lorvão.
Das suas actuações, destaca-se a sua participação no Festival do COFIT em 1995 em 2006 - de âmbito CIOFF, Açores, e de Norte a Sul de Portugal, várias Cidades de Espanha, nomeadamente: Murcia em 1991, Sevilha em1993 , Valladolid em 1992, Zamora em 2004, Salamanca em 2005. Ainda no Festival Internacional do CIOFF” La Laguna y las cuidades del Mundo em Tenerife, Ilhas Canárias em 1997 e 2004, Suíça em 2000 e Brasil em 2001. De referir ainda os programas televisivos gravados para a TVI “ Portugal Português “, SIC, e SIC Noticias, Rádio Televisão Portuguesa "Praça da Alegria", RTP África e RTP Internacional, Canal Recorde e Globo no Brasil, TVE Espamha e para o Canal TV Canção Nova, Brasileiro.

O repertório compõe-se de danças e cantares recolhidas na Vila de Lorvão e serras de Aveleira, Roxo, Paradela e S. Mamede. Apresenta trajos dos finais de séc. XVIII, nomeadamente: Criados do Convento, Vendedor de Palitos, Devotos do Senhor dos Passos, Noivos, Leiteira de Paradela, Recoveira, Ver-a-Deus, Romeiros e trajos do final de séc. XIX Paliteiras, Ofícios e Trabalhos Agrícolas, Feira etc.
O Artesanato, a Arte de fazer palitos é uma das prioridades de preservação deste Grupo. O Toque é constituído por instrumentos tradicionais, nomeadamente: A Viola Toeira; Concertina e Harmónio, Cavaquinhos; Bandolim Português; Violões; Pandeiro e Ferrinhos. Os viras; os verdes gaios, o malhão de Lorvão, o saloio e a cana verde, e outras, são as modas alegres e vivas que este grupo apresenta. 

O GEL é membro efectivo da Federação do Folclore Português, da Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego, do INATEL, FAFIF, IOV, CIOFF Portugal e CID.Tem editado um trabalho discográfico denominado “LAURIBANO”, que quer dizer no latim medieval, loureiro oco, nome que deu origem a Lorvão. É mentor e organizador do “Festitradições de Povos do Mundo”, Festival Internacional de Folclore, Gastronomia e Artes Tradicionais, certificado pelo CIOFF, ainda o Festival de Folclore Ibérico, "Popularte", Encontro de Artistas Populares, Encontro Ibérico de Cantares do Ciclo Natalício e há quatro anos a esta parte fundou o Grupo de Cantares “Mulheres de Lorvão”.
Fonte: http://www.fafif.com/gel.htm

Actuação no XXXIII Festival de Folclore de Gloria Ribatejo




No passado dia 5 de Julho, realizou-se o XXXIII Festival de Folclore de Glória do Ribatejo. Do programa fez parte o Cortejo Etnográfico, às 19 horas, pelas ruas da Vila, e que este ano teve por tema, “Lenços e Xailes vão à rua” e a Actuação dos Grupos, às 22 horas no ringue desportivo. Os grupos participantes neste evento foram os seguintes:
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo
  • Grupo Etnográfico de Danças e Cantares “O Cantaréu”
  • Grupo Etnográfico de Danças das Terras da Feira
  • Rancho Folclórico da Boidobra
  • Grupo Folclórico e Etnográfico do Brinca - Eiras- Coimbra
  • Grupo de Danças e Cantares BESCLORE
  • Rancho Folclórico da Gouxaria

A organização é da Associação Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo.

Glória do Ribatejo
Glória do Ribatejo é uma localidade do distrito de Santarém, pertencente ao concelho de Salvaterra de Magos. Passou à categoria de Freguesia em 1966 e foi elevada a Vila em 20 de Maio de 1993.
A origem do lugar de Santa Maria da Glória, verifica-se, de uma forma clara e com tal nome, a 30 de Maio de 1362. Data a que corresponde a colocação da primeira pedra da ermida em honra da Nossa Senhora da Glória por el-rei D. Pedro I - O Justiceiro.
É à volta desta ermida que a actual Vila se desenvolveu.
Fonte: http://vimmi.inesc-id.pt/~mjf/gloria.html e