O Grupo de Danças e Cantares Besclore foi fundado em 1987, é uma das vertentes do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Grupo Novo Banco.

Composto por cerca de 40 elementos visa “recolher, representar, promover e divulgar as tradições, usos, costumes, danças e cantares do povo do Alto e Baixo Minho português”. Iniciando a sua representação etno-folclórica nas danças, nos cantares e no trajar do final do XIX, princípio do séc. XX.

O Grupo leva já alguns anos de actividade na exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d`Arga e Soajo.

Tem ao longo dos anos participado em inúmeros espectáculos, festivais de folclore e romarias de Norte a Sul do Pais.Além de Portugal, o Besclore já se exibiu em Espanha, França, Inglaterra e Itália.


Fotografia de Grupo de Agosto de 2014
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56ª Aniversário da Casa dos Arcos de Valdevez em Lisboa - Festa da Amizade

No dia 3 de Julho de 2011 participámos no 56ª Aniversário da Casa dos Arcos de Valdevez em Lisboa - Festa da Amizade.

Aqui fica os nossos parabéns e o desejo que muitos mais aniversários se comemorem.

Aqui ficam alguns vídeos e fotos da nossa actuação.











Vídeos retirados do you tube - Adriano Augusto, José Faria. 
Fotos retiradas do Facebook grupo da casa concelho de Arcos de Valdevez.


Historial da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez

A Casa do Concelho de Arcos de Valdevez em Lisboa foi fundada a 30 de Abril de 1955 por um grupo de valentes arcuenses (alguns dos quais felizmente ainda entre nós), com a finalidade de existir na capital portuguesa uma associação de carácter regionalista com o fim de ajudar e apoiar os naturais de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, que vinham para Lisboa em busca de melhores condições de vida e que não tinham aqui qualquer "apoio" familiar. 

Alguns anos depois, a "Casa dos Arcos", como é conhecida, passou por um período de crise e desorientação em que se chegou inclusive a pensar em "fechar as portas". Tentou reactivá-la o sócio José Aurélio Gomes de Amorim, mas o seu falecimento veio impedir que assim fosse. 

Na década de 70, e pela mão de António Amorim, entrou para a direcção desta Casa aquele que é hoje o seu actual presidente (desde 1987): Joaquim Cerqueira de Brito, que felizmente conseguiu "arrumar a casa" e fazer dela aquilo que hoje se pode orgulhar de ser: uma casa regionalista, forte e coesa, ao serviço dos Arcuenses residentes na área da Grande Lisboa, com largas centenas de associados, felizmente bastante interventivos e participativos das iniciativas que a Casa leva a cabo ao longo de todo o ano. 

Em 1986, por iniciativa de Perfeito Dias (actualmente a residir e trabalhar em Paris), foi fundado o Rancho Folclórico da Casa dos Arcos e em 2004, por iniciativa de José Campos, o Grupo de Cavaquinhos.
A Casa do Concelho de Arcos de Valdevez em Lisboa, foi co-fundadora em 2007 da Associação de Casas Regionais de Lisboa, da qual foi a primeira Casa-Presidente. 

Da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez em Lisboa fazem parte: 
- uma Secção Desportiva a dar cartas em diversas modalidades (destaquem-se sem demérito de outras as suas equipas de Atletismo e Futebol); 
- um Grupo de Cavaquinhos; 
- e um Rancho Folclórico, ambos com bastantes actuações por todo Portugal e junto das nossas comunidades de França. 

De entre as iniciativas que a Casa dos Arcos em Lisboa leva a cabo anualmente, podem-se destacar, pelo seu brilho e enorme participação: 
-o Cantar dos Reis, junto das habitações dos nossos associados e amigos; 
-A Visita Pascal ("Compasso"), no domigo de Páscoa na Sede Social e no domingo da Pascoela na Sede Desportiva; 
-o Almoço Anual, no primeiro domingo de Maio, que conta sempre com a participação de muitas centenas de Arcuenses, familiares e amigos; 
-A Festa de Verão, no último fim de semana de Junho, também bastante participada; 
-O Magusto, no fim de semana mais próximo ao dia de São Martinho (11 de Novembro); 
-e a sua Festa de Natal, no fim de semana imediatamente anterior ao Natal.

VI Encontro de Cultura Tradicional Minhota - O Minho em Lisboa - G.D.C. Besclore

Nos dias 21 e 22 de Maio de 2011, realizou-se o VI Encontro de Cultura Tradicional Minhota - O Minho em Lisboa, no Jardim de Belém em Lisboa.


23 e 24 de Maio de 2009 – Praça da Figueira
Organizado desde 2006 pelo Clube GBES, e desde 2008 em parceria estreita com a Câmara Municipal de Lisboa, o Encontro de Cultura Tradicional Minhota “O Minho em Lisboa” é já o maior evento de Cultura Tradicional Minhota que se realiza em território nacional fora da Província do Minho.
Contando com a presença de diversos agrupamentos folclóricos oriundos do Minho, bem como de outros, como é o caso do anfitrião Grupo de Danças e Cantares Besclore, que representam o Minho mas estão sedeados noutras localidades, pretende-se com este evento trazer as Danças, os Cantares, a Etnografia e o Folclore, e as artes e saberes tradicionais do Alto e Baixo Minho português à Capital.

O dois desfiles programados para o evento serão a melhor homenagem que se poderá fazer ao trajar minhoto: a garradice dos trajes de Lavradeira, a beleza das moças namoradeiras, a forma de ourar os peitos das Mordomas e o brio dos rapazes que as acompanham a desfilar. Os dois espectáculos etnográficos (sábado e domingo à tarde), mostrarão o mais singular do Folclore minhoto: o “gritar” da concertina, o repenicar das castanholas e o bater dos tacões.

Se juntarmos a tudo isto a exposição de artesanto regional (uma panóplia de artes e mesteres tradicionais minhotos, deixando apenas de fora a gastronomia), que irá estar patente nas barracas colocadas na Praça da Figueira para o efeito e o espectáculo de concertinas e cantares ao Desafio, pensamos estarem reunidas todas as condições para uma extraordinária jornada de engrandecimento da Cultura Tradicional na Capital.

Ficam aqui alguns vídeos desses dois dias.

Vídeos retirados do you tube - elaborados por José Faria e Adriano Augusto

Romaria de Nossa Senhora das Rosas (V. F. do Lima - V. do Castelo) - R.F. Lavradeiras de Vila Franca

No dia 7 de Maio de 2011 participámos na Romaria de Nossa Senhora das Rosas, em Vila Franca do Lima, Viana do Castelo, a convite do Rancho Folclórico das Lavradeiras de Vila Franca.

Aqui fica um vídeo resumo desse dia e a história desta romaria.





ROMARIA de NOSSA SENHORA das ROSAS

Vila Franca do Lima é uma pequena freguesia que fica a 7km de Viana do Castelo, e cujas tradições minhotas são mantidas com profundo orgulho por estas gentes simpáticas.
Quem olha de longe, assemelha-se a mais uma aldeia minhota entre tantas outras, mas há algo que faz dela única, a arte popular de trabalhar as flores e com elas pintar os maiores monumentos nacionais, as telas dos pintores mais ilustres, meros recantos regionais ou simples motivos religiosos.

Todos os anos, no segundo fim de semana do mês de Maio, mês das flores e também mês de Maria, Vila Franca do Lima leva a efeito as suas festas seculares em honra de Nossa Senhora das Rosas. 

Todos os anos, atrai multidões, milhares de forasteiros, vindos de todo o país mas também do estrangeiro, que aqui se deslocam para apreciar a verdadeira arte popular representada nos famosos cestos floridos de Vila Franca do Lima.



Estas festividades têm início na sexta feira, mas é no sábado que atingem seu apogeu com o "cortejo das das rosas" onde, pela primeira vez, se podem apreciar os monumentais "cestos floridos" transportados à cabeça, durante todo o desfile, pelas mordomas que, no final do cortejo, os oferecem à Virgem Nossa Senhora.

Os cestos, ex - líbris da festa das rosas, são autênticas maravilhas floridas totalmente feitos à mão.


Geralmente construídos e revestidos com flores naturais acabadinhas de chegar do campo ou do jardim. Milhares de pétalas multicolores, caules, raízes e folhas. Botões são fixados com pequenos alfinetes dando corpo a diferentes motivos bastante criativos. Paisagens, brasões, monumentos, santuários, figuras, uma dedicatória ou uma simples homenagem servem de fundo a estas magníficas criações.

A festa das Rosas é da responsabilidade da confraria de Nossa Senhora do Rosário, fundada em 1622 por frades dominicanos, e dos seus estatutos constava que as mordomas levariam nos dias de festa, flores a Nossa Senhora. Assim, todas as mordomas caprichavam em levar as mais belas flores e em grandes quantidades e que se destinavam à decoração dos altares, e ao adorno do adro.




Os cestos são transportados à cabeça pelas mordomas na procissão de sábado,e que se repete na tarde de domingo. Cada uma das mordomas, pode recorrer à ajuda de colegas e amigas para ajudar na tarefa. É que cada cesto pesa, em média, mais de cinquenta quilos, dificultando o equilíbrio das jovens raparigas da freguesia.

 

Historial do R.F. Lavradeiras de Vila Franca

O Rancho Folclórico das Lavradeiras de Vila Franca, afilhado dos insignes escritores Jorge Amado e Zélia Gattai, foi fundado em Fevereiro de 1980, com a finalidade de fazer reviver e preservar os costumes, tradições, danças e cantares desta encantadora aldeia minhota, situada na margem esquerda do Rio Lima a escassos 8 km da Capital da Beleza e Rainha do Folclore - Viana do Castelo.

Sempre procurou este Grupo cantar, dançar e trajar conforme recolhas feitas e que são cópias, tanto quanto possíveis fieis, da vida das gentes que orgulhosamente representa, nos finais do século dezanove e princípios do século vinte. Desta recolha, destacamos, os trajes femininos de Feira e Meia Senhora e masculinos de Domingar e Namorar.

No decorrer da sua existência, tem este Grupo participado nos mais variados Festivais Nacionais e Internacionais, tendo também a registar várias gravações para a Rádio, R.T.P. e Rede Globo e T.V. Galiza, nomeadamente programas de carácter cultural e divulgação regional.

Por diversas vezes foi também o Rancho Folclórico das Lavradeiras de Vila Franca convidado a participar em festivais no estrangeiro, sendo o seu concurso apenas possível em Inglaterra, Bélgica,Principado de Andorra, vizinha Espanha, Brasil, Holanda, Bélgica e recentemente na Itália, onde por diversas vezes obteve assinaláveis êxitos.



Fonte: http://www.acrvf.pt/






IV Encontro - Reisadas e Cantares ao Menino - G.D.C. Besclore

No dia 8 de Janeiro de 2011, na Igreja da Graça (junto ao miradouro da Graça), em Lisboa realizou-se mais um encontro de Reisadas e Cantares ao Menino, organizado pelo Grupo de Danças e Cantares Besclore.


Aqui ficam alguns vídeos dias desse dia.





Vídeos retirados do you tube  - José Faria

Cantar as Janeiras na Câmara Municipal de Lisboa, 2011

No dia 6 de Janeiro de 2011 fomos cantar as Janeiras para o presidente da Câmara de Lisboa, Dr. António Costa.

Vídeo retirado do site oficial da CML.


Actuações 2011 - G.D.C. Besclore

5 Janeiro - Cantar os Reis ao Dr. António Costa (Presidente da C. M. de Lisboa) - C.M.L.
8 Janeiro - IV Encontro de Reisadas e Cantares ao Menino -G. D. C. Besclore
6 Fevereiro - Festas em Honra de São Brás (São Brás - Amadora)  
13 Março - Café-concerto Escola Conde de Oeiras
20 Março - Festival de Folclore Castelo do Neiva
26 Março - Encontro de Instrumentos Tradicionais de Alcanhões - R. F. Alcanhões
2 Abril - Baile na Casa da Comarca de Arganil - R. F. da Ribeira de Celavisa
7 Maio - Romaria de Nossa Senhora das Rosas (V. F. do Lima - V. do Castelo) - R.F. Lavradeiras de Vila Franca
21 Maio - VI "Minho em Lisboa" - G. D. C. Besclore
22 Maio - VI "Minho em Lisboa" - G. D. C. Besclore
4 Junho - Feira Nacional da Agricultura (CNEMA - Santarém)
5 Junho - Festival "Folclore e Amizade" Rádio Íris
19 Junho - "Folk "Queijas 2011" - G. D. C. Besclore
26 Junho - Festas em Honra de São Pedro (Prior-Velho - Loures)
2 Julho - Festival de Folclore de Setúbal - G. F. Praias do Sado Festival
9 Julho - Romaria de S. Bento da Porta Aberta (Cossourado - P. Coura)  e Festival de Folclore em Mindelo (Vila do Conde) - R. F. de Fafe Festival
16 Julho - Festival de Folclore de Santiago de Bougado (Trofa) - R. E. de Santiago de Bougado
17 Julho - Festival de Folclore de Santiago da Cruz (V. N. Famalicão) - G. F. de Santiago da Cruz
21 Julho - FIARTIL - Feira do Artesanato do Estoril
23 Julho - Festival de Folclore de São João de Ver (Santa Maria da Feira) - G. F. de D. e C. de São João de Ver
30 Julho - Festival Internacional de Moreira da Maia - G. R. de Moreira da Maia
6 Agosto - Festival de Folclore de Moncarapacho (Algarve)  - R. F. de Moncarapacho e Festival de Folclore da Cortelha (Algarve) - R. F. da Cortelha Festival
13 Agosto - Festival de Folclore de S. Pedro de Rates (Póvoa de Varzim) - R. F. de São Pedro de Rates Festival
14 Agosto - Festas Concelhias de Paredes de Coura
18 Agosto - FIARTIL - Feira do Artesanato do Estoril
10 Setembro - Festival de Folclore de Foros de Salvaterra (Salvaterra de Magos) - R. F. Foros de Salvaterra Festival
25 Setembro -  XII Festival de Folclore "Besclore'2011" -  G. D. C. Besclore
1 Outubro -  Jogos Tradicionais - Sr.ª do Castelo (Mangualde)

53º ANIVERSÁRIO DO GRUPO DE FOLCLORE DE FRADELOS

No dia 10 de Outubro participámos no 53º Aniversário do Rancho Regional de Fradelos.

Aproveito para desejar os parabéns ao Rancho Regional de Fradelos e o desejo que muitos mais aniversários sejam celebrados.

Aqui fica um vídeo resumo da nossa participação e algumas fotos.




Vídeo retirado do you tube - Adriano Augusto
Fotos retiradas do facebook do grupo regional de Fradelos.


Historial do Grupo


O Rancho Regional de Fradelos nasceu a 10 de Outubro de 1957. Na altura não havia nenhum outro rancho na freguesia, mas sim gentes da terra marcadas pela boa disposição e protagonistas de verdadeiros momentos de alegria que “com uma concertina faziam uma festa”.

Características de um povo que por si só já foram importantes para que alguém outrora tenha tido a ideia de se criar um rancho, fruto ainda das várias romarias que a comunidade fazia a outras freguesias.

As pessoas juntaram-se, os instrumentos foram-se afinando. E assim teve inicio, há 50 anos atrás, a já longa história de vida do Rancho Regional de Fradelos.

Ao longo de todos estes anos, o grupo de folclore esteve inactivo sensivelmente dois anos, até que em 1997 Joaquim Marques assumiu a presidência da direcção do grupo. As mesmas pessoas que deixaram “cair” o rancho participaram na sua reactivação, apesar de poucos anos depois terem voltado a abandonar o grupo, como explica. Mas novos elementos integraram o grupo. e passados dez anos.
Um dos grandes esforços da actual direcção esteve relacionado com os trajes do grupo, tendo havido preocupação em procurarmos o original, o tradicional (...) o que estava representado pelos nossos antepassados há sensivelmente cem anos atrás
A recuperação dos traços tradicionais foi aliás uma das imposições da Federação do Folclore Português para que o Rancho de Fradelos se tornasse membro.
A tradição folclórica no Rancho Regional de Fradelos estende-se ao repertório musical, ao modo como se canta e como se dança, para sermos um bom folclore temos que preservar os usos e costumes, ou seja, as nossas raízes e tradições.

O Rancho Regional de Fradelos, actualmente com 47 elementos, já tem na sua longa vida de actividade um número infinito de actuações por todo o país, tendo igualmente já levado o nome da terra e o folclore tradicional a países como França e Alemanha.
Para além das actuações em romarias, o Rancho Regional participa em festivais, inclusive no próprio que organiza, todos os anos, em meados de Maio.

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Para alem das actuações, o Rancho Regional de Fradelos promove outras iniciativas ao longo do ano, como seja, a Ceia de Natal, uma festa dedicada à criança, e que se realiza no Salão Paroquial da freguesia. Uma festa aberta à comunidade local. Anualmente é ainda promovido um piquenique para toda a comunidade do rancho; a festa de aniversario do grupo; o S. Martinho e, por fim, o Cantar as Janeiras, de porta a porta.

Texto retirado do google

VI FESTIVAL DO GRUPO DE FOLCLORE FORJÃES

No dia 4 de Setembro de 2010 participámos no VI Festival de Folclore do Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães.

Aqui fica um vídeo resumo da nossa participação.



Vídeo retirado do you tube - Adriano Augusto


Historial do Grupo


O Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães foi fundado em Maio de 1995, com o principal objectivo de pesquisar, preservar e divulgar os costumes etnográficos e tradições do Vale do Neiva, região onde a localidade de Forjães se situa. Apesar de ainda ter um historial relativamente breve, uma vez que conta com nove anos de existência, este grupo tem já um vasto trabalho desenvolvido no campo da revitalização e divulgação do folclore da sua região, tendo actuado já em inúmeros festivais, festas e romarias, não só um pouco por todo o nosso País, mas também em Itália, na Bulgária, e, mais amiudadamente, em França e Espanha, contribuindo para que outros povos entrem em contacto com os costumes e tradições da sua região, e por arrastamento, levando bem longe o nome e o património de Portugal. 

No que diz respeito ao reportório das danças executadas por este grupo nas suas actuações, danças essas que podem ser de roda ou de coluna, são de salientar temas tão emblemáticos do folclore minhoto como são o Malhão, o Vira, nas variedades de Santa Marinha e do Souto, o Regadinho, a Rusga dos Namorados, a Vareira e a Chula, entre outras. 

Também no capítulo da instrumentação o Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães se mantém firmemente ligado às raízes do folclore minhoto, consistindo a sua tocata em quatro concertinas, três violas, uma viola braguesa, dez cavaquinhos, bombo, ferrinhos, reque-reque e castanholas. Os trajes que os 68 elementos do grupo ostentam nas suas actuações são também fidelíssimas representações das profissões e hábitos de outros tempos, destacando-se, de entre os trajes de trabalho, os de lavradeira, de campo, de boieira e de ir ao monte; quanto aos trajes destinados a ocasiões solenes e festivas, devem ser realçados os trajes de Domingar, de noivos e de ir à feira. Existem ainda trajes que representam figuras características da antiga organização social, como os trajes de lavrador rico e pobre, ou ainda o traje de meia-senhora. 

Como já foi referido anteriormente, os nove anos de existência que o Grupo Associativo de Divulgação tradicional de Forjães leva, apesar de sugerirem um historial curto, têm sido excepcionalmente bem preenchidos; de facto, este grupo é a força motriz por detrás da organização de várias actividades de cariz cultural, sendo de destacar pela sua importância internacional o Festival Luso-Galaico, que tem lugar no mês de Setembro, e que constitui uma ocasião soberana para a comunhão entre dois povos culturalmente irmanados como o são o povo galego e o português. 

É de referir que este grupo organiza ainda os cantares de Reis e uma noite de fados, entre inúmeras outras iniciativas.

É, naturalmente, motivo de grande orgulho para o Grupo Associativo de Divulgação Tradicional de Forjães o facto de possuir duas gravações do seu trabalho, uma das quais em cassete, sendo a outra em CD; este facto, para além de revelar um interesse e reconhecimento pelo percurso do grupo, possibilita que ainda mais pessoas tenham acesso ao património cultural de Forjães e da região do Vale do Neiva. Outro ponto que merece destaque é o facto de a grande maioria dos elementos do grupo serem jovens com menos de trinta anos de idade, o que revela bem o interesse que o grupo e todo o conjunto de usos, costumes e tradições de Forjães suscitam junto das mais jovens gerações da região. 

Texto in http://www.tradicoespopulares.com/cms/view/id/479

FESTAS DO LUGAR MOITA SABUGAL

No dia 15 de Agosto de 2010 participámos mais uma vez nas festas do Lugar da Moita, Sabugal.

Aqui fica um vídeo resumo da nossa actuação.



Vídeo retirado do you tube - Adriano Augusto


História da freguesia

Moita ou também chamada Moita Jardim é uma freguesia portuguesa do concelho do Sabugal, com 6,75 km² de área e 103 habitantes (2011). Densidade: 15,3 hab/km². A freguesia é constituída pela Moita e pelo Terreiro das Bruxas.

Dominada pela Serra da Opa encontra-se a cerca de doze quilómetros da sede do concelho. As freguesias fronteiriças são a norte Sortelha, a oeste Casteleiro, a leste Santo Estevão e a sul Vale da Senhora da Póvoa. Esta última pertence já ao concelho de Penamacor, mas antigamente pertenceu à Moita.

A Moita pertenceu ao concelho de Sortelha até 24 de outubro de 1855, data da sua extinção, antes de ser integrado ao do Sabugal.

Património
Igreja Matriz – dedicada ao seu padroeiro São Pedro
Capela do Mártir São Sebastião
Capela da Senhora do Bom Parto
Fonte Romana e Chafariz Romano, na Moita
Chafariz Público, no Terreiro das Bruxas
Forno Comunitário

Património Arqueológico – onde antigamente era situada a freguesia da Moita foram encontrados diversos objectos de épocas remotas, restos de antigos fornos de estanho, etc. Entre eles, foi encontrada uma imagem de um Santo, que está a cargo da Câmara Municipal do Sabugal

Texto in wikipédia