Composto por cerca de 40 elementos visa “recolher, representar, promover e divulgar as tradições, usos, costumes, danças e cantares do povo do Alto e Baixo Minho português”. Iniciando a sua representação etno-folclórica nas danças, nos cantares e no trajar do final do XIX, princípio do séc. XX.
O Grupo leva já alguns anos de actividade na exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d`Arga e Soajo.
Tem ao longo dos anos participado em inúmeros espectáculos, festivais de folclore e romarias de Norte a Sul do Pais.Além de Portugal, o Besclore já se exibiu em Espanha, França, Inglaterra e Itália.
BOMBO
Concertina
Trata-se de um aerofone de palhetas livres que são accionadas por meio de um fole que une os dois teclados. O teclado da mão direita produz as notas, enquanto o teclado da mão esquerda produz os acordes e baixos de acompanhamento.
Este instrumento tem a particularidade de emitir notas distintas quando se prime uma tecla e se acciona o fole em cada sentido, o que o distingue do acordeão (que emite sempre o mesmo som, independentemente do sentido com que se acciona o fole).
Colóquio Do Natal ao Dia de Reis – Cânticos Tradicionais
Do Natal ao Dia de Reis – Cânticos Tradicionais
- Programa
15.00h – Abertura dos Trabalhos
Manuel Serras - Presidente da Direcção do Clube GBES.
15.30h – Janeiras e Reisadas na Tradição Minhota
José Brito - Grupo de Danças e Cantares Besclore
15.45h – Os Grupos de Charolas na Tradição Algarvia
Sidónio Mendonça – Rancho Folclórico do Grupo Amigos de Montenegro
16.00h – Os Cantares ao Menino Jesus na Tradição Alentejana,
Josefina Rosado – Rancho Folclórico As Mondadeiras de Casa Branca
16.15h – Importância do Estudo e Conhecimento na Representação dos Grupos de Folclore
Ludgero Mendes – Vice-presidente da Federação do Folclore Português
16.30h – Debate
Moderador – Manuel Palhoco
17.30h – Cânticos de Natal e Ano Novo:
- Grupo de Danças e Cantares Besclore - Minho
- Rancho Folclórico As Mondadeiras de Casa Branca - Alentejo
18.30h – Encerramento
Actuações 2008
25.01 - Tomada de Posse da Direcção do Clube GBES - Sede do Clube -Lisboa
06.04 - Encontro de Folclore / Casa do Minho - Alcântara - Lisboa
03.05 - Festival / R. F. Salvaterra de Magos - Salvaterra de Magos - Cancelado
11.05 - Festival Luso-Espanhol / Festas dos Pescadores - Matosinhos
17.05 - Aniversário Colectividade O Operário - Campo Pequeno - Lisboa
25.05 - Festival / Rancho Tradicional de Cinfães - Moscavide / Loures
01.06 - E.B. 2,3 - Conde de Oeiras - Oeiras
07.06 - Rancho Folclórico As Mondadeiras de Casa Branca - Casa Branca - Sousel
14 e 15 .06 - Encontro " O Minho em Lisboa" - Lisboa
20.6 - Actuação em Camarate
21.06 - Festival / R.F. "Danças e Cantares da Mugideira" - Mugideira / Torres Vedras
28.06 - Santa Casa Misericórdia Torrão - Torrão / Alcácer do Sal
29.06 - Romaria / Festas de Barcarena - Barcarena / Oeiras
05.07 - Festival / R. F. Glória do Ribatejo - Glória do Ribatejo
10.07 - Feira Artesanato do Estoril
13.07 - Festitradições / Grupo Etnográfico de Lorvão - Lorvão/Penacova
19.07 - Festival/G. Danças e Cantares Regionais da Feira - Santa Maria da Feira
26.07 - Romaria / Festas de S. Tiago - Nogª Cravo/Oliv. Azeméis
02.08 - Festival /R.F. Santa Eulália de Sanguêdo - Sanguêdo / Sª Mª da Feira
03.08 - Festival / Rancho Folclórico de Dem - Dem / Caminha
06.08 - Feira Artesanato do Estoril
10.08 - Romaria / Serra - Serra / Mação
14.08 - Feira de Artesanato do Estoril
15.08 -Festival G.F. Santa Maria de Moure- Moure - Barcelos
16.08 - Romaria / Nª Sª de Fátima - Sapardos / Vª Nª Cerveira
17.08 - Romaria / Festas da Freguesia da Moita - Moita / Sabugal
21.08 - Feira de Artesanato do Estoril
21.09 - Festival Besclore - Lisboa
28.09 - Sabugo - Sintra
09.10 - Actuação no Restaurante Caravela D'Ouro - Algés
18.10 - Festival / R. F. Casa do Povo de Salvaterra de Magos - Salvaterra de Magos
25.10 - Tarde Cultural / Grupo Coral Etn. de Grândola - Grândola
Braguesa
Jantar de Natal 2007





X Encontro de Tocadores de Instrumentos Tradicionais de Alcanhões
Foi ao som de instrumentos tradicionais do folclore português que se realizou na noite deste sábado, dia 8, o X Encontro de Tocadores de Instrumentos Tradicionais de Alcanhões.
No mercado da vila, trajado a rigor e aconchegado por um jantar, juntaram-me cerca de 80 tocadores e cantadores. Gaitas-de-beiços, gaita-de-foles, pífaros de cana, concertinas, banjos e bandolins, canas rachadas e vários outros instrumentos que projectaram as sonoridades mais inesperadas.
Estiveram em evidência tocadores oriundos de Pedroso (Gaia), Pampilhosa da Serra, Mouriscas do Vouga, Rosas do Lena (Batalha), Salvaterra de Magos, Mugideira (Torres Vedras), Vale de Santarém, Besclore (Lisboa), além do Rancho de Alcanhões, grupo anfitrião e de dois amigos do Rancho de Vialonga e do grupo folclórico de Alverca.
A festa promovida pelo Rancho Folclórico de Alcanhões continua este domingo, pelas 16h30, com uma passagem de modelos com roupas de Inverno e desportiva a cargo de três lojas de Santarém.
Fontes: http://www.omirante.pt/noticia.asp?IdEdicao=51&idSeccao=514&id=19017&Action=noticia
Bandolim
Fonte: Publicações:"The Early Mandolin" e "The Classical Mandolin" por Paul Sparks
Cavaquinho
O cavaquinho é um cordofone popular de pequenas dimensões, do tipo da viola de tampos chatos e da família das guitarras europeias. Possuindo uma caixa de duplo bojo e pequeno enfranque, as suas quatro cordas de tripa ou metálicas (em aço) são tradicionalmente presas a cravelhas de madeira dorsais e ao cavalete colado a meio do bojo inferior do tampo, por um sistema que também se usa na viola. Além deste nome encontramos ainda, para o mesmo instrumento ou outros com ele relacionados, as designações de machimbo, machim, machete, manchete ou marchete, braguinha ou braguinho, cavaco. Dentro da categoria geral com aquelas características, existem actualmente em Portugal continental dois tipos de cavaquinhos, que correspondem a outras tantas áreas: o tipo minhoto e o tipo de Lisboa.
Minho
O cavaquinho é um dos instrumentos favoritos e mais populares das rusgas minhotas partilhando com elas, e com o género musical que lhe é próprio, um carácter lúdico e festivo do qual se excluem outros usos cerimoniais ou austeros. Usando-se sozinho, com função harmónica e para acompanhamento do canto, o cavaquinho aparece frequentemente acompanhado pela viola ou outros instrumentos - nomeadamente o violão, a guitarra, a rabeca, o bandolim e a harmónica ou acordeão, para além de alguns percutivos como o tambor, ferrinhos e reco-recos, próprios daqueles conjuntos festivos. Em terras de Basto e Amarante é estabelecida uma distinção nítida entre o instrumental do tipo da rusga para as canas-verdes e malhões que compreende o cavaquinho, violão, bombo e ferrinhos, harmónica e acordeão; e o do tipo da chula ou vareira que compreende a rabeca (parcialmente substituída pela harmónica), violas (uma alta em tom de guitarra, e outra baixa), violões assurdinados no sexto ou sétimo ponto, bombos, ferrinhos, mas não cavaquinhos. Deste modo, na região, o cavaquinho alterna com a rabeca chuleira as funções de instrumento agudo.
Características
Origem
Edição de Outubro do Jornal de Folclore - Reportagem com Besclore
Da policromia dos trajes de Viana do Castelo e da Ribeira Lima ao primor dos trajes de Braga, o painel etnográfico que se representa no projecto do Grupo de Danças e Cantares Besclore, uma vertente cultural e social do Grupo Cultural dos Trabalhadores do Banco Espírito Santo, fideliza-se quanto possível aos costumes populares tradicionais das emblemáticas regiões do Alto e Baixo Minho, das Serras d’Arga e do Soajo aos vales dos rios Ave e Este. As danças eleitas para o projecto de retratação regional do Besclore são uma verdadeira alegoria ao folclore que mais personifica as regiões minhotas de entre Viana e Braga. A Cana Verde, o Vira Serrado, o Malhão Velho, o Vira de Quatro, a Chula Corrida e a Tirana serão porventura alguns trechos que constituem marca tradicional no reportório do Grupo Besclore, rebuscado no característico folclore minhoto, da Ribeira Lima às Terras da Nóbrega e do Vale do Vez ao Alto Coura e Serra d’Arga, passando ainda pelos Vales do Este e do Cávado como das Terras de Faria.

.jpg)









