O Grupo de Danças e Cantares Besclore foi fundado em 1987, é uma das vertentes do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Grupo Novo Banco.

Composto por cerca de 40 elementos visa “recolher, representar, promover e divulgar as tradições, usos, costumes, danças e cantares do povo do Alto e Baixo Minho português”. Iniciando a sua representação etno-folclórica nas danças, nos cantares e no trajar do final do XIX, princípio do séc. XX.

O Grupo leva já alguns anos de actividade na exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d`Arga e Soajo.

Tem ao longo dos anos participado em inúmeros espectáculos, festivais de folclore e romarias de Norte a Sul do Pais.Além de Portugal, o Besclore já se exibiu em Espanha, França, Inglaterra e Itália.


Fotografia de Grupo de Agosto de 2014
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IV Minho em Lisboa

IV Encontro de Cultura Tradicional Minhota

23 e 24 de Maio de 2009 – Praça da Figueira

Organizado desde 2006 pelo Clube GBES, e desde 2008 em parceria estreita com a Câmara Municipal de Lisboa, o Encontro de Cultura Tradicional Minhota “O Minho em Lisboa” é já o maior evento de Cultura Tradicional Minhota que se realiza em território nacional fora da Província do Minho.
Contando com a presença de diversos agrupamentos folclóricos oriundos do Minho, bem como de outros, como é o caso do anfitrião Grupo de Danças e Cantares Besclore, que representam o Minho mas estão sedeados noutras localidades, pretende-se com este evento trazer as Danças, os Cantares, a Etnografia e o Folclore, e as artes e saberes tradicionais do Alto e Baixo Minho português à Capital.
O dois desfiles programados para o evento (sábado desde a Praça dos Restauradores, Largo do Chiado e Arco da Rua Augusta, e domingo apenas desde o Arco da Rua Augusta), serão a melhor homenagem que se poderá fazer ao trajar minhoto: a garradice dos trajes de Lavradeira, a beleza das moças namoradeiras, a forma de ourar os peitos das Mordomas e o brio dos rapazes que as acompanham a desfilar por algumas das mais emblemáticas e movimentadas artérias da belíssima Baixa Pombalina. Os dois espectáculos etnográficos (sábado e domingo à tarde), mostrarão o mais singular do Folclore minhoto: o “gritar” da concertina, o repenicar das castanholas e o bater dos tacões.

Se juntarmos a tudo isto a exposição de artesanto regional (uma panóplia de artes e mesteres tradicionais minhotos, deixando apenas de fora a gastronomia), que irá estar patente nas barracas colocadas na Praça da Figueira para o efeito e o espectáculo de concertinas e cantares ao Desafio, pensamos estarem reunidas todas as condições para uma extraordinária jornada de engrandecimento da Cultura Tradicional na Capital.



PROGRAMA: IV Encontro de Cultura Tradicional Minhota “O Minho em Lisboa”

Sábado, 23 de Maio
15.00h - Concentração e actuação dos Grupos no Largo do Chiado, Terreiro do Paço e Portas de Santo Antão seguida de desfile até à Praça da Figueira
Participantes:
- Grupo de Danças e Cantares Besclore (saída do Largo do Chiado)
- Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho (saída da Praça dos Restauradores)
- Grupo de Danças e Cantares Verde Minho (saída do Arco da Rua Augusta)
- Grupo de Bombos da Casa do Concelho de Amarante (saída do Largo do Chiado)

16.00h - Início ao Encontro com mostra de artesanato e produtos regionais e espectáculo de Danças e Cantares

21.30h - Encontro de Concertinas e Cantares ao Desafio (no palco onde decorreu o Espectáculo Etnográfico)

Domingo, 24 de Maio:
10.30h - Missa Solene na Igreja da Graça cantada pelos grupos e trajados a rigor (finais do séc. XIX, princípios do séc. XX)

15.00h - Grande Desfile Etnográfico pela Rua Augusta em direcção à Praça da Figueira onde decorrerá o espectáculo de encerramento

16.00h - Animação de Rua com oficinas de Danças Populares Minhotas







Vídeos Retirados do you tube - Adriano Augusto

Festa de Grândola

No dia 24 de Janeiro o grupo deslocou-se a Grândola para participar nas festas da Vila, a convite do Grupo Coral e Etnográfico de Grândola.

Aqui fica um pouco da história da Vila de Grândola.


Brasão da Vila

Grândola é uma vila portuguesa no Distrito de Setúbal, região do Alentejo e subregião do Alentejo Litoral, com cerca de 10 400 habitantes.

É sede de um município com 805,00 km² de área, subdividido em 5 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Alcácer do Sal, a leste por Ferreira do Alentejo, a sul por Santiago do Cacém, a oeste tem um longo litoral no oceano Atlântico e a noroeste o Estuário do Sado separa-o do município de Setúbal.

Actuações 2009

10/1 - Encontro de Cantares do Ciclo Natalício e ao Menino - G. D. C. Besclore
24/1 - Festas de Grândola - Grupo Coral Etnog. Grândola
8/2 - Festa de Aniversário da J. F. S. João
13/2 - Café Concerto Escola 2.3 Albarraque
2/5 - Festas de Monte Penedo - Mação
9/5 - Centro Cultural Roque Gameiro - Casal de S. Braz
23/5 e 24/5 - IV Minho em Lisboa - G.D.C. Besclore - Lisboa
30/5 - Festival Folclore Cidade de Loures - G.D.C. Verde Minho
5/6 - Caravela d'Ouro - Algés
13/6 - Folk'Queijas 2009 - J. F. Queijas
27/6 - Festival de Folclore de Souto (Arcos de Valdevez) - R. F. de S. Pedro Souto
4/7 - Festa do Grão - Freguesia de Santo Amador
11/7 - Festival de Folclore do Larajeiro - G. F. das Praias do Sado
16/7 - Feira de Artesanato do Estoril
18/7 - Festival de Folclore S. Torcato - G. F. São Torcato
25/7 - Festival de Folclore de Freguesia da Lapa - R. F. Lapa
1/8 - Festival de Folclore de Alcanhões - R. F. de Alcanhões
9/8 - Festas da Aldeia da Serra (Mação) - Assoc. Melhor da Serra
15/8 - Festival Folclore de Parada de Gatim - G. F. Parada de Gatim
16/8 - Festas do Santíssimo Sacramento (Moita - Sabugal) - Comissão de Festas
20/8 - Feira de Artesanato do Estoril
30/8 - Romaria do Pereiro - Mação - Comisão de Festas
12/9 - Festival de Folclore de Almedina (Coimbra) - G. F. da Região de Coimbra
27/9 - X Festival de Folclore Besclore 2009 - G. D. C. Besclore

IX FESTIVAL de FOLCLORE G.D.C. Besclore

No dia 21 de Setembro de 2008 organizámos mais um Festival Nacional de Folclore, que decorreu no Terreiro do Paço, em Lisboa.







Vídeos retirados do you tube - Adriano Augusto

Festitradições de Povos do Mundo 2008 - Lorvão

No passado dia 13 de Julho deslocámo-nos ao Lorvão para actuar no Festitradições de Povos do Mundo 2008, festival organizado pelo GEL.

 Aqui ficam dois vídeos desse dia.






Vídeos recolhidos e editados  por Adriano Augusto


Lorvão
Lorvão, vale umbroso onde as casas se agacham e apertam umas contra as outras, por entre ruelas de lapeira cobertas de mato, como a fazer frente á grande mole arquitectónico do Mosteiro coroado pelo Zimbório cintilante de azulejos é circunstância que diferencia qualquer mortal dos povos vizinhos.

A Vila de Lorvão, que dista a 7 km de Penacova e a 25 km de Coimbra, estende-se pelas encostas de um profundo vale exuberante vegetação, abrigada dos ventos agrestes e banhada pelo sol radiante, deixando ver lá no fundo do seu vale o seu gracioso e secular Mosteiro.



Historial do grupo

O Grupo Etnográfico de Lorvão foi fundado em Março de 1988, e logo iniciou um trabalho entusiástico, mas metódico e persistente, de investigação e recolha, estudo e tratamento das tradições, usos, costumes, trajes, danças e cantares – que, à sombra do Mosteiro de Lorvão, animavam a vida quotidiana das suas gentes, com o objectivo de preservar e divulgar e apresentar o património cultural tradicional de Lorvão.
Das suas actuações, destaca-se a sua participação no Festival do COFIT em 1995 em 2006 - de âmbito CIOFF, Açores, e de Norte a Sul de Portugal, várias Cidades de Espanha, nomeadamente: Murcia em 1991, Sevilha em1993 , Valladolid em 1992, Zamora em 2004, Salamanca em 2005. Ainda no Festival Internacional do CIOFF” La Laguna y las cuidades del Mundo em Tenerife, Ilhas Canárias em 1997 e 2004, Suíça em 2000 e Brasil em 2001. De referir ainda os programas televisivos gravados para a TVI “ Portugal Português “, SIC, e SIC Noticias, Rádio Televisão Portuguesa "Praça da Alegria", RTP África e RTP Internacional, Canal Recorde e Globo no Brasil, TVE Espamha e para o Canal TV Canção Nova, Brasileiro.

O repertório compõe-se de danças e cantares recolhidas na Vila de Lorvão e serras de Aveleira, Roxo, Paradela e S. Mamede. Apresenta trajos dos finais de séc. XVIII, nomeadamente: Criados do Convento, Vendedor de Palitos, Devotos do Senhor dos Passos, Noivos, Leiteira de Paradela, Recoveira, Ver-a-Deus, Romeiros e trajos do final de séc. XIX Paliteiras, Ofícios e Trabalhos Agrícolas, Feira etc.
O Artesanato, a Arte de fazer palitos é uma das prioridades de preservação deste Grupo. O Toque é constituído por instrumentos tradicionais, nomeadamente: A Viola Toeira; Concertina e Harmónio, Cavaquinhos; Bandolim Português; Violões; Pandeiro e Ferrinhos. Os viras; os verdes gaios, o malhão de Lorvão, o saloio e a cana verde, e outras, são as modas alegres e vivas que este grupo apresenta. 

O GEL é membro efectivo da Federação do Folclore Português, da Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego, do INATEL, FAFIF, IOV, CIOFF Portugal e CID.Tem editado um trabalho discográfico denominado “LAURIBANO”, que quer dizer no latim medieval, loureiro oco, nome que deu origem a Lorvão. É mentor e organizador do “Festitradições de Povos do Mundo”, Festival Internacional de Folclore, Gastronomia e Artes Tradicionais, certificado pelo CIOFF, ainda o Festival de Folclore Ibérico, "Popularte", Encontro de Artistas Populares, Encontro Ibérico de Cantares do Ciclo Natalício e há quatro anos a esta parte fundou o Grupo de Cantares “Mulheres de Lorvão”.
Fonte: http://www.fafif.com/gel.htm

Actuação no XXXIII Festival de Folclore de Gloria Ribatejo




No passado dia 5 de Julho, realizou-se o XXXIII Festival de Folclore de Glória do Ribatejo. Do programa fez parte o Cortejo Etnográfico, às 19 horas, pelas ruas da Vila, e que este ano teve por tema, “Lenços e Xailes vão à rua” e a Actuação dos Grupos, às 22 horas no ringue desportivo. Os grupos participantes neste evento foram os seguintes:
  • Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo
  • Grupo Etnográfico de Danças e Cantares “O Cantaréu”
  • Grupo Etnográfico de Danças das Terras da Feira
  • Rancho Folclórico da Boidobra
  • Grupo Folclórico e Etnográfico do Brinca - Eiras- Coimbra
  • Grupo de Danças e Cantares BESCLORE
  • Rancho Folclórico da Gouxaria

A organização é da Associação Rancho Folclórico da Casa do Povo de Glória do Ribatejo.

Glória do Ribatejo
Glória do Ribatejo é uma localidade do distrito de Santarém, pertencente ao concelho de Salvaterra de Magos. Passou à categoria de Freguesia em 1966 e foi elevada a Vila em 20 de Maio de 1993.
A origem do lugar de Santa Maria da Glória, verifica-se, de uma forma clara e com tal nome, a 30 de Maio de 1362. Data a que corresponde a colocação da primeira pedra da ermida em honra da Nossa Senhora da Glória por el-rei D. Pedro I - O Justiceiro.
É à volta desta ermida que a actual Vila se desenvolveu.
Fonte: http://vimmi.inesc-id.pt/~mjf/gloria.html e

Actuação no Torrão

No passado dia 28 de Junho deslocámo-nos ao Torrão para uma actuação de beneficência no lar da Santa Casa da Misericórdia do Torrão. Aqui fica um pouco da história do local.
Torrão
O Torrão foi concelho de 1266 a 1835. Foi no torrão que o rei D. Afonso V passou a lua de mel na casa da família dos carneiros e borgas. O monte da tumba a dois quilómetros do Torrão, primeiro povoado da região da idade da pedra com aproximadamente cinco mil anos é um forte católico estando a ser acompanhado pelo IPPAR. Foram encontrados várias peças em barro cru e outras em siléx. Não está ainda descoberto o poço ou cemitério. Do povoado brevemente, vão prosseguir os trabalhos pondo o resto a descoberto pois trata-se do forte calcolítico mais antigo da península ibérica

Armas - Escudo de prata, cruz da Ordem de Santiago de vermelho, entre dois feixes de uma espiga de trigo, um ramo de oliveira e um ramo de sobreiro, tudo de verde, atados e vermelho; em ponta, livro aberto de prata, guarnecida e perfilado de vermelho, tendo brocantes duas penas de ouro passadas em aspa. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco, com a legenda a negro: “ TORRÃO – ALCÁCER DO SAL “.
A origem do nome Torrão vem de Torrejam que significa Torre Grande.
Torrejam
Fonte: http://www.torrao.cjb.net/

Actuação Festival do Rancho Folclórico E Etnográfico "Danças E Cantares" Da Mugideira

No passado dia 21 de Junho de 2008 fomos actuar no festival do Rancho Folclórico E Etnográfico "Danças E Cantares" Da Mugideira. Aqui fica o historial do grupo organizador e algumas fotos.

Historial do Grupo
O rancho folclórico e etnográfico "danças e cantares" da Mugideira foi fundado em 9 de Dezembro de 1994 fez a sua primeira apresentação em público em 18 de Julho de 1995.
Esta sediado no lugar da Mugideira, pequena aldeia pertencente a freguesia do Turcifal, que fica situada a 3 km a sul da cidade de Torres Vedras, sua sede de concelho e a 30 km de Lisboa sua sede de distrito. Esta situada numa zona que é rodeada por enumeras quintas, nas quais eram produzidas varias culturas, especialmente vinha e cereais. Faz parte da província da estremadura, região saloia, visto estar bem perto da capital. Quanto ao rancho folclórico, desde a primeira hora efectuou recolhas junto das pessoas mais idosas da freguesia.


Nestas pesquisas conseguiu algumas maravilhas. Nos trajes destacam-se os de pastor, queijeira, abegão, ceifeira, carroceiro,lavadeira mulher da horta, vindimadeira, enxertador, capataz, domingueiros e de festa, entre outros. Nas danças e cantares destacam-se: as carreirinhas, vira castiço, bailarico saloio, enleio,chicote, as saias, as pombinhas da catrina, bailarito, grojé em volta, quem anda no meio, Manuel, fui ao campo as flores, valsa a dois passos, dominó, bico e tacão, verdes gaios... Desde a fundação deste rancho ate ao dia 16 de Junho de 2001, esteve integrado numa associação existente na aldeia e, sentindo necessidade de ir mais longe, a partir desta data tornou-se autónomo, desejando cada vez mais recolher, preservar e divulgar a cultura da região saloia, o mais fielmente possível tem participado em inúmeros eventos e já percorreu o país desde o Minho ao Algarve, tentando representar com a máxima fidelidade, a zona em que se insere. Em 2004 participou num festival mundial de folclore em Zaragoza (Espanha). E em 2005 deslocou-se pela segunda vez a Espanha, desta vez a Boiro (Corunha).