O Grupo de Danças e Cantares Besclore foi fundado em 1987, é uma das vertentes do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Grupo Novo Banco.

Composto por cerca de 40 elementos visa “recolher, representar, promover e divulgar as tradições, usos, costumes, danças e cantares do povo do Alto e Baixo Minho português”. Iniciando a sua representação etno-folclórica nas danças, nos cantares e no trajar do final do XIX, princípio do séc. XX.

O Grupo leva já alguns anos de actividade na exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d`Arga e Soajo.

Tem ao longo dos anos participado em inúmeros espectáculos, festivais de folclore e romarias de Norte a Sul do Pais.Além de Portugal, o Besclore já se exibiu em Espanha, França, Inglaterra e Itália.


Fotografia de Grupo de Agosto de 2014
ESTE NÃO É O SITE OFICIAL!!
PARA QUALQUER ASSUNTO OFICIAL SOBRE O GRUPO CONTACTAR O GRUPO CULTURAL E DESPORTIVO DOS TRABALHADORES DO GRUPO NOVO BANCO(VER CONTACTOS NO MENU EM CIMA).

30º Festival de Folclore do Rancho Folclórico da Fajarda

No dia 9 de Junho de 2012 participámos no 30º Festival de Folclore do Rancho Folclórico da Fajarda.


O Rancho Folclórico da Fajarda é um digno representante da freguesia da Fajarda, que ao longo dos anos tem divulgado a cultura da suaTerra.

Prova disso são as centenas de actuações realizadas de Norte a Sul e Ilhas, dentro do País, bem como as diversas passagens pela televisão, e mais recentemente a representação de Portugal em Festivais de CIOFF são prova que continuamos no bom caminho.


Historial do Grupo


Inserida no contexto da Planície Ribatejana, na parte sul do Distrito de Santarém, a Fajarda é uma Freguesia do Concelho de Coruche, cuja identidade cultural sempre manteve um pacto de cumplicidade com as margens do Rio Sorraia.

A efectiva origem do seu povoamento (por aforamento), data do final do século 19, daí surgindo, a primeiro designação da nossa aldeia Foros da Fajarda.

Os trajes de Festa, Abegão, Aguadeira, Campino, Maioral, Foreiro, Mondadeira, Ceifeira, Arrozeiro, Noivos, são tipicamente Ribatejanos, datam do início do século XX e procuram dar uma imagem diversificada daquilo que era o dia-a-dia das nossas gentes nos seus diversos ambientes, na Charneca e na Várzea, no Trabalho e na Festa.

A Freguesia, caracterizada por gente acolhedora, afável e simples, está apostada em preservar e divulgar os seus valores culturais mais representativos. 

É membro efectivo da FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS desde 1996 e está inscrito no I.N.A.T.E.L.

As suas músicas, danças, cantares e trajes, datam do início do século XX, até á década de 40. Os nossos trajes por si só, constituem um espólio Patrimonial de grande valor e ao mesmo tempo nos ajudam a perceber a razão de ser da nossa identidade. È sempre com o maior orgulho que apresentamos o nosso Folclore, cheio de cor e de vida, próprio do VALE DO SORRAIA, REGIÃO DO RIBATEJO.

Em 1979 alguns Fajardenses, amantes da sua terra, motivados pelo desejo de promover e valorizar as tradições locais, revolveram baús, ouviram pessoas idosas apoiaram-se nas pesquisas mais válidas de 1954 e constituíram um novo agrupamento Folclórico, que é o actual Rancho Folclórico da Fajarda. 

Fundado em Associação Cultural em Junho de 1979, tendo por objectivo a promoção e valorização das tradições locais, o Rancho Folclórico da Fajarda - Coruche é um grupo que, a par de outras iniciativas, promove a divulgação do Folclore e Etnografia da sua região essencialmente caracterizada pela paisagem do Vale do Sorraia.

RANCHO FOLCLÓRICO DA FAJARDA - 1979
Tal como no resto do Concelho de Coruche, os antigos Fajardenses, gostavam de dar largas à sua alegria, tão intrinsecamente Ribatejana, dançando e cantando modas do seu folclore, chegando-se a formar grupos que actuavam durante as Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo, (Padroeira da Vila de Coruche), para logo a seguir se desfazerem. 

Esta forma de cultivar as tradições esteve na origem do primeiro Grupo Folclórico da Fajarda, que surgiu em 1954, em colaboração com a Casa do Povo de Coruche. Este agrupamento permaneceu em actividade até onze anos depois.

GRUPO FOLCLÓRICO DA FAJARDA - 1954
 Recolhido in http://www.rf-fajarda.pt/ 


Aqui ficam algumas fotos  da nossa actuação desse dia.





Fotos retiradas do facebook do R.F. da Fajarda

XIX Festival Nacional de Folclore Louções - Turquel

No dia 3 de Junho de 2012 participámos no XIX Festival Nacional de Folclore Louções, Turquel, Alcobaça, organizado pelo Rancho Folclórico Mira Serra dos Louções.

Grupos Participantes:
. Rancho Folclórico de S. Miguel-O-Anjo - Calendário - Vila Nova de Famalicão - Baixo Minho - Ave
. Rancho Folclórico Os Fazendeiros das Lagameças - Palmela - Estremadura Sul
. Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores - Mortágua - Beira Litoral - Baixo Vouga
. Grupo de Danças e Cantares Besclore - Lisboa - Minho
. Grupo Folclórico do Centro de Convívio de Abitureiras - Santarém - Ribatejo
. Rancho Folcórico Mira-Serra de Louções - Turquel - Alcobaça - Alta-Estremadura


Historial do Grupo

As primeiras tentativas para a formação do grupo remonta acerca de três décadas aquando de um cortejo de oferendas a favor do Centro Paroquial e Social e Turquel.

Louções e lugares circunvizinhos, organizaram um rancho folclórico para a actuação desse dia. Daí ficou sempre o desejo de tornar efectivo um rancho folclórico dos Louções, só tendo sido possível a sua efectivação no ano de 1987, após um desfile de Carnaval, três elementos do Grupo resolveram dar corpo ao sonho de tantos anos e puseram mãos a obra. A 31de Dezembro de 1987 foi autorizado pelo Instituto de Pessoas Colectivas o nome de “Rancho Folclórico Mira Serra dos Louções”.

Em 27 de Dezembro de 1988, foi lavrada e assinada a escritura da sua Fundação Legal no Cartório Notarial de Alcobaça, tendo sido publicada no Diário da República em 14 de Outubro de 1988.
De então para cá toda a actividade do grupo se tem concentrado no enriquecimento do traje e no aperfeiçoamento do já vasto repertório.


VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota - O Minho em Lisboa - G.D.C. Besclore

No dia 27 de Maio de 2012 realizou-se mais um Minho em Lisboa, na Praça da Figueira, Lisboa.


O desfile começou a partir do Largo de Camões, com o grupo de bombos “Os Amarantinos”, da Casa do Concelho de Amarante, a abrir o desfile em direcção à Praça da Figueira, seguido do grupo anfitrião – o Grupo de Danças e Cantares Besclore.

De Vila Nova de Famalicão veio o Rancho Regional de Fradelos, de Ponte de Lima o Rancho das Lavradeiras de São Martinho da Gandra, de Guimarães o Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde, S. Martinho e de Barcelos, o Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Abadia.



VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota
   Maio de 2009 – Praça da Figueira
Organizado desde 2006 pelo Clube GBES, e desde 2008 em parceria estreita com a Câmara Municipal de Lisboa, o Encontro de Cultura Tradicional Minhota “O Minho em Lisboa” é já o maior evento de Cultura Tradicional Minhota que se realiza em território nacional fora da Província do Minho.

Contando com a presença de diversos agrupamentos folclóricos oriundos do Minho, bem como de outros, como é o caso do anfitrião Grupo de Danças e Cantares Besclore, que representam o Minho mas estão sedeados noutras localidades, pretende-se com este evento trazer as Danças, os Cantares, a Etnografia e o Folclore, e as artes e saberes tradicionais do Alto e Baixo Minho português à Capital.

O desfile programado para o evento (desde Largo do Chiado), serão a melhor homenagem que se poderá fazer ao trajar minhoto: a garradice dos trajes de Lavradeira, a beleza das moças namoradeiras, a forma de ourar os peitos das Mordomas e o brio dos rapazes que as acompanham a desfilar por algumas das mais emblemáticas e movimentadas artérias da belíssima Baixa Pombalina. O espectáculo etnográfico mostrará o mais singular do Folclore minhoto: o “gritar” da concertina, o repenicar das castanholas e o bater dos tacões.

Se juntarmos a tudo isto a exposição de artesanto regional (uma panóplia de artes e mesteres tradicionais minhotos, deixando apenas de fora a gastronomia), que irá estar patente nas barracas colocadas na Praça da Figueira para o efeito e o espectáculo de concertinas e cantares ao Desafio, pensamos estarem reunidas todas as condições para uma extraordinária jornada de engrandecimento da Cultura Tradicional na Capital.





Vídeos retirados do you tube - elaborados por Adriano Augusto


Publicações sobre o Evento



Domingo, 27 de Maio de 2012

GRUPO DE DANÇAS E CANTARES BESCLORE TROUXE O MINHO A LISBOA

Lisboa viu hoje desfilar a alegria e o colorido do folclore do Minho. O Grupo de Danças e Cantares Besclore levou a efeito mais uma edição do seu festival “O Minho em Lisboa – VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota” que, ano após ano, vem alcançando grande notoriedade pela qualidade da organização e pela escolha criteriosa dos grupos folclóricos participantes, sendo visível a preocupação de o tornar o mais representativo possível em relação à região.




A festa começou a partir do Largo de Camões, com o grupo de bombos “Os Amarantinos”, da Casa do Concelho de Amarante, a abrir o desfile em direção à Praça da Figueira onde os grupos subiram ao palco para fazerem a sua exibição, logo seguido do grupo anfitrião – o Grupo de Danças e Cantares Besclore.

De Vila Nova de Famalicão veio o Rancho Regional de Fradelos, de Ponte de Lima o Rancho das Lavradeiras de São Martinho da Gandra com a vivacidade característica do folclore alto-minhoto, de Guimarães o Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde, S. Martinho e de Barcelos, o Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Abadia.

Numa tarde soalheira, o Minho mostrou todo o esplendor dos seus trajes, a beleza inconfundível do seu folclore e das suas danças e cantares que proporcionaram um dia alegre e agradável a centenas de pessoas que tiveram a oportunidade de presenciar à atuação generosa de alguns dos mais conceituados grupos folclóricos minhotos. E, uma vez mais, a nossa região deu-se a conhecer na capital do país, graças a uma iniciativa a todos os títulos louvável do Grupo de Danças e Cantares Besclore.

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Fundado há vinte e cinco anos e maioritariamente constituído por funcionários do grupo Banco Espírito Santo (BES) e seus familiares, o Grupo de Danças e Cantares Besclore representa as danças, os cantares e os trajes de várias regiões do Minho, com referência aos finais do século XIX e começos do século XX. Como ele próprio refere, a sua representação incide na “exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d'Arga e Soajo”.

Como vem sendo habitual, o BLOGUE DO MINHO acompanha e regista as iniciativas mais relevantes e significativas que dizem respeito à nossa região, qualquer que seja o local do país ou do estrangeiro onde tenham lugar.

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Domingo, 27 de Maio de 2012
O MINHO EM LISBOA: DE FAMALICÃO VEIO O RANCHO REGIONAL DE FRADELOS

Perde-se nos tempos a origem de Fradelos, outrora denominada São Paio de Santa Leocádia de Fradelos de Pedras. Fradelos tem como padroeira Santa Leocádia, tornada mártir ao tempo do imperador Diocleciano, uma época que ficou marcada pelas constantes perseguições aos cristãos nomeadamente na Península Ibérica. 

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É tradição local, por ocasião da Festa do Espírito Santo que se realiza anualmente, as crianças darem ao colo do pai algumas voltas à capela e, após a procissão, passarem por debaixo do andor do Espírito Santo e nele baterem três vezes com a cabeça. Deve-se este costume a uma crença popular segundo a qual, nos casos em que a mãe beba vinho ao mesmo tempo que amamenta o filho, este virá a sofrer do “mal da gota”.

O Rancho Regional de Fradelos foi um dos grupos minhotos que participou no festival “O Minho em Lisboa – VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota” organizado pelo Grupo de Danças e Cantares Besclore. Fradelos trouxe a Lisboa as danças e cantares característicos do Baixo Minho, com os seus ritmos suaves mas melodiosos, exibindo a robustez e desenvoltura das suas moças que um dia o mestre José Malhoa tão bem retratou num dos seus magníficos quadros – “As Vindimas”!

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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
O MINHO EM LISBOA: DE PONTE DE LIMA VEIO O RANCHO DAS LAVRADEIRAS DE SÃO MARTINHO DA GANDRA

São Martinho da Gandra é terra de grandes tradições na defesa e divulgação do folclore minhoto. Com mais de meio século de existência, o Rancho das Lavradeiras de São Martinho da Gandra é um dos mais conhecidos e apreciados agrupamentos folclóricos do Alto Minho. As suas danças são vivas e alegres, aproximando-se dos ritmos característicos das danças das gentes de Arcos de Valdevez. Os trajes, o batimento das castanholas e as coreografias são o que há de mais vivo no folclore do Concelho de Ponte de Lima.

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Situada na margem esquerda do Rio Lima, as gentes de São Martinho da Gandra viviam outrora a azáfama do transporte de pessoas e mercadorias que, no cais do Carregadouro, embarcavam com destino a Viana do Castelo. A fiação e a tecelagem do linho e da lã, os bordados e as rendas fazem parte do artesanato característico desta terra que também é de montanha e que recebeu do Criador algumas das mais deslumbrantes paisagens com que deslumbra o visitante.

O Rancho das Lavradeiras de São Martinho da Gandra, de Ponte de Lima, foi um dos grupos minhotos que participou no festival “O Minho em Lisboa – VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota” organizado pelo Grupo de Danças e Cantares Besclore. As gentes de São Martinho da Gandra trouxeram a Lisboa o ritmo e a alegria das suas danças e cantares bem características do Alto Minho.

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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
O MINHO EM LISBOA: GUIMARÃES TROUXE À CAPITAL O GRUPO FOLCLÓRICO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA DE CONDE (S. MARTINHO)


Situada em plena bacia hidrográfica do rio Vizela, a Freguesia de S. Martinho de Conde pertence ao Concelho de Guimarães, limitando com o vizinho Concelho de Vizela. A estrada nacional 105 liga esta localidade a Santo Tirso e à sede do Concelho, inserindo-a num eixo industrial onde predominam os sectores dos têxteis, da confecção e do calçado.

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Porém, o Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde, S. Martinho, procura manter vivas as tradições das gentes desta freguesia ao tempo em que as fábricas ainda não tinham acabado com o modo de vida ancestral nem a indústria têxtil substituíra ainda a produção artesanal do vestuário cujos trajes característicos apresenta.

Regiões de grandes tradições na preservação do folclore, as gentes vimaranenses mantêm o ritmo e as danças características do Baixo Minho, com coreografias bem marcadas que as distinguem das utilizadas noutras terras minhotas.

O Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde, S. Martinho, de Guimarães foi um dos grupos minhotos que participou no festival “O Minho em Lisboa – VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota” organizado pelo Grupo de Danças e Cantares Besclore. As gentes de Guimarães trouxeram a Lisboa as danças e cantares bem características do Baixo Minho.

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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
O MINHO EM LISBOA: BARCELOS TROUXE O GALO E O FOLCLORE


Terra de lendas e tradições, Barcelos é também famoso pelo seu artesanato de que sobressai o característico galo que a barrista Rosa Ramalho tornou célebre. A Festa das Cruzes que aqui se realiza constitui uma das mais importantes romarias minhotas. De resto, as festas e romarias constituem uma das melhores ocasiões para se apreciar o esplendor das tradições etnográficas do Concelho de Barcelos.

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O Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Abadia, da Freguesia de Abade do Neiva, constitui um dos mais lídimos defensores dos usos e costumes das gentes de Barcelos. Apesar de situado numa zona de transição, o seu folclore é já marcadamente característico do Baixo Minho.

O Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Abadia, de Barcelos, foi um dos grupos minhotos que participou no festival “O Minho em Lisboa – VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota” organizado pelo Grupo de Danças e Cantares Besclore. As gentes de Barcelos trouxeram a Lisboa as danças e cantares característicos da sua região.

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Fontes: http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/320407.html ;
http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/320708.html; http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/320922.htmlhttp://bloguedominho.blogs.sapo.pt/321053.html;
http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/321350.html