O Grupo de Danças e Cantares Besclore foi fundado em 1987, é uma das vertentes do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Grupo Novo Banco.

Composto por cerca de 40 elementos visa “recolher, representar, promover e divulgar as tradições, usos, costumes, danças e cantares do povo do Alto e Baixo Minho português”. Iniciando a sua representação etno-folclórica nas danças, nos cantares e no trajar do final do XIX, princípio do séc. XX.

O Grupo leva já alguns anos de actividade na exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d`Arga e Soajo.

Tem ao longo dos anos participado em inúmeros espectáculos, festivais de folclore e romarias de Norte a Sul do Pais.Além de Portugal, o Besclore já se exibiu em Espanha, França, Inglaterra e Itália.


Fotografia de Grupo de Agosto de 2014
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XVI Festival de Folclore R.F. Nossa Senhora da Abadia.

No dia 8 de Junho de 2013 rumámos ao Norte, até Abade de Neiva, Barcelos, para o XVI Festival de Folclore R.F. Nossa Senhora da Abadia.

Aqui fica um resumo.






Historial do grupo

Rancho Folclórico Nª. Sra. da Abadia, pertence ao Vale do Cávado, situada a 3 Km de Barcelos, na freguesia de Abade de Neiva, antigamente conhecida por Santa Maria de Condevão e Santa Maria de Vado, povoação muito antiga, fundada em 1152, pela Rainha D. Mafalda, esposa de D. Afonso Henriques, que mandou construir a Igreja de estilo Românico e que no ano de 1220 pertencia ao Padroado Real. Esta é ainda hoje a Igreja Paroquial.

Situada na encosta do monte e rodeada pelas freguesias: Silva, santa Leocádia, Vilar do Monte, Creixomil, Vila Boa e Vila Frescaínha S. Martinho, Abade de Neiva é um extenso vale fértil, essencialmente agrícola, de gentes bem alegres e divertidas.

Esforçando-se por conservar o rico Património Cultural dessa população o Rancho Folclórico Nª. Sra. Da Abadia nasceu no final de 1991, foi um grupo que se organizou para cantar as Janeiras e então surgiu a ideia de se formar um Rancho. Passou o ano de 1992 a ensaiar e fez a sua primeira aparição e baptismo do Rancho em 22/08/93 pelas festas da Padroeira que deu o nome ao grupo.

Desde então tem participado em várias festas de cariz religioso e profano, tem actuado em vários festivais, nacionais e internacionais (Espanha / França e Andorra) e promove seu próprio festival desde 1996.

Este grupo encontra-se inscrito no Inatel de Braga.

O Rancho Folclórico Nª. Senhora da Abadia apresenta os seguintes trajes: Noivos, Senhora Rica, Meia Senhora, Lavradeira Rica, Mordoma, Domingueiro, Lavradeira, Romeiro, Feira e Campo. O Grupo é constituído por 54 elementos.

Fonte: http://www.abadedeneiva.maisbarcelos.pt/?vpath=/contactos/folclore/

VII Festival Nacional de Folclore em Boliqueime

No dia 4 de Maio de 2013 o G.D.C. Besclore rumou a sul para participar no "VII Festival Nacional de Folclore em Boliqueime", organizado pelo R.F. da Casa do Povo de Boliqueime.


Pelo tabuado passaram para além do folclore algarvio, representado pelo grupo anfitrião, a plateia poderá assistir ao folclore do Alentejo (Mondadeiras da Casa Branca), Ribatejo (Casa do Povo de Pontével), Coimbra (Casa de Pessoal HUC) e Minho (Besclore).

Aqui fica um video resumo da actuação e algumas fotografias.


Vídeo cedido, elaborado e editado por Adriano Augusto.
Fotografias gentilmente cedidas por João César Fernandes.













Historial do Grupo


O Rancho Folclórico de Boliqueime foi fundado em 10 de Junho de 1984. Depois de muitos anos de sucesso a nível regional e nacional teve algum tempo de desactivação. Durante a passagem do milénio, um grupo de pessoas de Boliqueime juntou-se para voltar a recriar um dos grandes símbolos da freguesia, o Rancho Folclórico. Com a ajuda de uma nova colectividade (Associação Cultural) foi possível o renascimento do Rancho de Boliqueime, um dos grandes orgulhos das gentes da terra. Em 2002 o grupo voltou às origens e a 10 de Junho completou 27 anos desde a sua criação.

O Rancho tem participado em Festivais de Folclore de Norte a Sul do país, e também participou nos IV Jogos Mundiais da Paz em Marrocos, Fes, Meknes e Ifrane.

Hoje em dia, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Boliqueime conta com um vasto repertório de danças e cantares, de trajos e instrumentos, que fazem parte de um rico espólio. Muita dessa riqueza deve-se a um trabalho intenso, feito ao longo dos anos. Foi realizado um trabalho de recolha de trajos, alfaias agrícolas e caseiras, usos, costumes, gastronomia, bruxaria, danças e cantares desta região algarvia.

Dos trajos - noivos, lavradores, abastados, religiosos, moças casadoiras, destacam-se sobretudo os trajos de trabalho rural na apanha dos frutos secos, alfarrobas, amêndoas e figos, o de ceifeiros e os de trabalho caseiro na confecção do pão e da empreita, artesanato típico da zona.

Também nas danças, para além de balhos de roda e em cadeado, o Corrido e o Balho de Gana, há a destacar o Balho Teso, pois era com ele que se acabavam todos os bailes de salão da terra. O acordeonista, já cansado de tocar toda a noite, rompia com uma música rápida (um corrido) e a dança começava mais violenta. As raparigas tinham de fugir para junto das mães e os rapazes continuavam barqueando-se para ver qual o mais forte.

Texto in http://www.cpboliqueime.com/

Festival Nacional de Folclore G.E. Raízes do Sobral Gordo

No dia 10 de Março de 2013 participamos no Festival Nacional de Folclore G.E. Raízes do Sobral Gordo, no qual se comemorou o 10º aniversário do grupo anfitrião.



Historial do Grupo

O que começou por ser uma brincadeira de garagem, para animar as festas de Verão da aldeia, cresceu e alargou os seus horizontes. O êxito dessa primeira actuação encheu de orgulho os sobralgordenses que assistiram e, aliado à vontade e determinação de todos aqueles que lhe deram vida, agigantou-se. O grupo não queria ser só a animação daqueles que marcavam presença em Sobral Gordo. Queria também levar esta terra e os seus costumes àqueles que aqui têm as suas origens, e se viram obrigados a partir. Queria dar a conhecer Sobral Gordo. Um desmedido desafio, que tem tido estas vitórias ao longo dos últimos 6 anos.


A 15 de Fevereiro de 2003, numa pequena garagem, fundava-se o Grupo Etnográfico Raízes do Sobral Gordo. O grupo, constituído apenas por filhos, netos ou elementos ligados pelo matrimónio aos sobralgordenses, pretendia cantar, tocar e dançar as modas tradicionais da sua terra. Por isso aos primeiros acordes das concertinas e do acordeão, iniciou-se uma viagem ao passado, complementada com os trajes que, por esta altura, tinham sido roubados aos baús dos avós.

Em poucas semanas, o espaço tornava-se pequeno para tanta gente, para tanto orgulho e, sobretudo, para as coreografias criadas pelo Sr. José Silva, um conterrâneo corajoso, que foi capaz de fazer dançar um grupo de amadores sem qualquer ligação prévia ao folclore. 

Os encontros passaram a ter lugar na Paróquia de Vale de Milhaços. Um espaço à medida das novas necessidades do grupo, comparável à estima e apreço que cada um dos seus elementos dirige ao Sr. Padre Manuel. Esta estima reflectiu-se também num ensaio geral, realizado no dia 22 de Junho de 2003, a primeira vez que o grupo enfrentou um público.

A primeira actuação foi, contudo a 15 de Agosto desse ano, em Sobral Gordo, como forçosamente teria de acontecer. Nesse dia, o nervosismo, ansiedade e excitação de uma primeira vez acompanhavam a responsabilidade de uma nobre e respeitosa plateia sobralgordense, que repletava o Largo da Courela. Uma tarde memorável, onde coincidiram emocionados sorrisos, lágrimas e aplausos, que expressavam a gratidão e o orgulho dos homenageados. Os egrégios sobralgordenses tinham decidido. Os ventos sopravam, as raízes começavam a crescer.

No regresso à cidade, uma certeza permanecia: as Raízes do Sobral Gordo não ficariam por ali. Os usos e costumes daquela terra mereciam ser apresentados, e este grupo queria ser a sua bandeira. 

Ao longo destes primeiros seis anos de vida, o Grupo enfrentou-se a grandes dificuldades: o carácter amador e as agitadas vidas profissionais dos seus elementos limitavam a disponibilidade, correspondente ao empenho que se dedicava. O ensaiador, Sr. José Silva viu-se impedido de continuar o seu trabalho, bem como alguns dos elementos que desfalcaram o corpo de dançarinos. Todos tiveram grande importância, não só nas primeiras actuações, como também na construção dos alicerces que, actualmente, continuam a suportar este grupo. 

Os novos elementos entraram e adaptaram-se. Receberam a nova responsável técnica Sandra Neves, conhecedora do folclore, graças aos vários anos que passou ao serviço do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa.

As actuações sucederam-se, deixando o Grupo satisfeito com o desempenho e animado com as reacções das assistências. De tal forma que, em tão curta existência conta já com três organizações importantes: 

II aniversário do Grupo em 2005, um marco importante na carreira deste grupo, que pretendia partilhar com todos aqueles que o apoiaram e incentivaram. Esta comemoração teve lugar na S.F.U.A.P. e contou com a presença do Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva, Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, Rancho Folclórico da casa de Ponte de Lima e ainda o Grupo Etnográfico da Cova da Piedade. 

I Encontro de Folclore do Grupo em 2006, foi também o primeiro acontecimento do género na aldeia, onde a região esteve representada pelo Rancho Folclórico da Região de Arganil e o Rancho Folclórico os Malmequeres da Cerdeira. 

V aniversário do Grupo em 2008, um aniversário memorável para os elementos do grupo, partilhado com os sobralgordenses e amigos. Uma noite que perdurará na memória de todos quantos estiveram presentes.

  
A direcção do Grupo tem-se mantido desde a sua fundação, sofrendo um reajuste no início do ano 2009. Com muito crer, muita vontade e muito empenho, este Grupo tem-se mantido com uma união inabalável. 

Desde o primeiro encontro a 15 de Fevereiro de 2003 até ao presente, este Grupo só conhece a ordem crescente. É neste espírito que pretende continuar. Incentivando, estimulando e confiando nos jovens, e respeitando, acatando e ouvindo os mais experientes. 
Pois tem sido assim, neste andamento, que os ventos têm soprado e as raízes têm crescido!

Texto in https://sites.google.com/site/raizesdosobralgordo/historico 

Actuações 2013

10 Março - VII Festival Nacional de Folclore G. Etnografico Raízes Sobral Gordo - Almada

4 Maio - Festival de Folclore de Boliqueime - Boliqueime, Algarve

8 Junho - Festival de Folclore Nossa Senhora da Abadia - Abade de Neiva, Barcelos

23 Junho - Festival de Folclore Identidade Lusa - Bairrada

30 Junho - Romaria Limiana - Casa Concelho Ponte de Lima - Lisboa

13 Julho - Festival de Folclore de Palmeira - Braga

20 Julho - Festival de Folclore do R. de Vila Nova de Sande - Guimarães

21 Julho - Festival de Folclore Santo Estevão das Galés - Mafra

24 Julho - Feira de Artesanato do Estoril - Estoril

3 Agosto - Festival Folclore de Fafe - Fafe

10 Agosto - Festival de Folclore Tricanas do Cidral - Póvoa do Varzim
10 Agosto - Festival de Folclore R.E. Santa Maria Touguinha - Touguinha, Vila do Conde

11 Agosto - Festa da Serra - Mação

21 Setembro - XIV Festival Nacional de Folclore do G.D.C. Besclore - Praça da Figueira, Lisboa

1 de Dezembro - Feira de Solidariedade Novo Futuro - Rastrillo 2013

XIII Festival de Folclore G.D.C. Besclore

No dia 30 de Setembro realizamos o nosso XIII Festival Nacional de Folclore, na Praça da Figueira, em Lisboa.



Aqui fica um vídeo desse dia e algumas fotos.



Vídeo retirado do you tube - vídeo elaborado por Zézé Faria





























Torneio Drº Manuel Serras - 3º OM 2012

No dia 23 de Setembro participámos no evento - Torneio Drº Manuel Serras - 3º OM 2012, que teve lugar no Golden Eagle e foi organizado pelo Clube GBES.

Aqui ficam algumas fotografia desse dia.