O Grupo de Danças e Cantares Besclore foi fundado em 1987, é uma das vertentes do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Grupo Novo Banco.

Composto por cerca de 40 elementos visa “recolher, representar, promover e divulgar as tradições, usos, costumes, danças e cantares do povo do Alto e Baixo Minho português”. Iniciando a sua representação etno-folclórica nas danças, nos cantares e no trajar do final do XIX, princípio do séc. XX.

O Grupo leva já alguns anos de actividade na exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d`Arga e Soajo.

Tem ao longo dos anos participado em inúmeros espectáculos, festivais de folclore e romarias de Norte a Sul do Pais.Além de Portugal, o Besclore já se exibiu em Espanha, França, Inglaterra e Itália.


Fotografia de Grupo de Agosto de 2014
ESTE NÃO É O SITE OFICIAL!!
PARA QUALQUER ASSUNTO OFICIAL SOBRE O GRUPO CONTACTAR O GRUPO CULTURAL E DESPORTIVO DOS TRABALHADORES DO GRUPO NOVO BANCO(VER CONTACTOS NO MENU EM CIMA).

XIV Festival Nacional de Folclore de G.D.C. Besclore

No dia 21 de Setembro de 2013, realizou-se o nosso XIV Festival Nacional de Folclore, na Praça da Figueira, em Lisboa




PROGRAMA FESTIVAL:

15H30 – Grande Desfile Etnográfico desde a Praça de Camões até à Praça da Figueira, onde decorrerá o espectáculo de encerramento.

Grupos participantes:

Grupo de Danças e Cantares Besclore (Organizador/Lisboa)

Rancho Folclórico da Casa do Povo de Boliqueime (Algarve)

Grupo Etnográfico Santa Maria de Touguinha (Vila do Conde)

Rancho Folclórico de Alcanhões (Santarém)

Grupo Folclórico e Etnográfico de Palmeira (Braga)

Grupo de Bombos “Os Amarantinos” (Amarante)



Aqui ficam algumas fotografias, vídeos e reportagens desse dia.









Reportagem no Blog do Minho
http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/1688091.html

SÁBADO, 21 DE SETEMBRO DE 2013

GRUPO DE DANÇAS E CANTARES BESCLORE ORGANIZA FESTIVAL DE FOLCLORE: LISBOA VIU O MINHO AO VIVO… E A CORES!

Lisboa viu hoje desfilar a alegria e o colorido do folclore do Minho. O Grupo de Danças e Cantares Besclore levou a efeito a 14ª edição do seu festival nacional de folclore, o qual incluiu representações do Algarve, Ribatejo, Alto Douro e Douro Litoral. Porém, a presença do Minho ali representado pelo Grupo Folclórico e Etnográfico de Palmeira, de Braga, e pelo próprio anfitrião, constituiu a principal atração que despertou o interesse e entusiasmo do público. Na realidade, Lisboa assistiu hoje à exibição do Minho ao vivo… e a cores!
A festa começou a partir do Largo de Camões, com o Grupo de Bombos “Os Amarantinos”, da Casa do Concelho de Amarante, a abrir o desfile em direção à Praça da Figueira onde os grupos subiram ao palco para fazerem a sua exibição, logo seguido do Grupo Folclórico e Etnográfico de palmeira, de Braga.
Do Algarve veio o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Boliqueime, de Vila do Conde o Grupo Etnográfico de santa maria de Touguinha, do Ribatejo, o Rancho Folclórico de Alcanhões – Santarém e, de Braga, o Grupo Folclórico e Etnográfico de Palmeira.
Fundado há vinte e cinco anos e maioritariamente constituído por funcionários do grupo Banco Espírito Santo (BES) e seus familiares, o Grupo de Danças e Cantares Besclore representa as danças, os cantares e os trajes de várias regiões do Minho, com referência aos finais do século XIX e começos do século XX. Como ele próprio refere, a sua representação incide na “exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d'Arga e Soajo”.
Como vem sendo habitual, o BLOGUE DO MINHO acompanha e regista as iniciativas mais relevantes e significativas que dizem respeito à nossa região, qualquer que seja o local do país ou do estrangeiro onde tenham lugar.

Fontes: Facebook de Carlos Gomes; http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/1688091.html

Festival de Folclore R.E. Santa Maria Touguinha

No dia 10 Agosto de 2013 participámos no Festival de Folclore R.E. Santa Maria Touguinha - Touguinha, Vila do Conde.




Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha

O grupo foi fundado em 1 de Maio 2010 na freguesia de Touguinha,situada na margem direita do Rio Ave pertencente ao concelho de Vila do Conde.
Este grupo foi criado com intuito de preservar,divulgar e promover os valores patrimoniais da comunidade em que se insere,nas tradições,nas manifestações culturais da população através das suas canções,danças e etnografia, reflectindo e diferenciando as varias classes sociais de outrora,bem como as actividades no qual predominava a agricultura.
As danças características são os Viras, Chulas e Malhões.

O Grupo é Membro Aderente da Federação Folclore Português

13ª edição do Festival do Emigrante - Festival de Folclore Tricanas do Cidral

No passado dia 10 de Agosto participámos na 13ª edição do Festival do Emigrante - Festival de Folclore Tricanas do Cidral, na Póvoa do Varzim.


Aqui ficam algumas fotografias e um vídeo resumo.






















Fotografias retiradas do facebook - Povoa do Varzim Cidade que ri, e vídeo retirado do you tube.

XXXII Festival de Folclore de Palmeira

No dia 13 de Julho rumamos até Palmeira, Braga para participar no 32º festival de folclore do GFE de Palmeira, organizado pela ARCP.

Pelo tabuado passaram:
- Grupo Folclórico e Etnográfico de Palmeira - Braga
- Rancho Folclórico de Viegas - Alcanede, Santarém
- Grupo Etnográfico " A Nossa Terra" - Aguada de Cima, Águeda
- Grupo Danças e Cantares BESCLORE - Lisboa.



História de Palmeira

Segundo uma monografia da freguesia de Palmeira, esta seria um couto de um rei que integrou os bens dos Arcebispos de Braga, em virtude de uma troca efectuada contra a Rua Nova em Lisboa e que era propriedade destes. No entanto, não está comprovada a existência deste couto. Segundo a história eclesiástica dos referidos arcebispos, talvez não se tratasse do Couto de Palmeira, mas do Couto de Braga.

Nem na doação do Couto de Braga, feita pela Rainha D. Teresa em 1110, nem em 1112 se mencionam ou incluem as terras que formam Palmeira. Confirmadas por D. Afonso Henriques, no ano de 1128, estas doações não fazem qualquer alusão à freguesia. Devido ao alargamento de que beneficiou o Couto de Braga, mais tarde o seu termo abrangeu toda a extensão que vai de Vale d’Este até à Ponte de Prado e até à Ponte do Porto, compreendendo então o actual território de Palmeira.

A partir do século XIII, findo o período de invasão e ocupação da Península Ibérica por outros povos e em consequência da expulsão dos árabes do Sul do país, foi necessário fazer a demarcação do terreno da freguesia. Esta demarcação delimitou a freguesia de Palmeira, provavelmente já com as fronteiras que ainda hoje apresenta. As histórias transmitidas de geração em geração formam a memória colectiva de um povo e deixam uma marca feliz na consciência dos mais novos, ensinando-lhes o poder mágico dos sonhos.

No Lugar do Assento, um dos mais antigos a freguesia, teve origem teve origem a Lenda da Pedra Cavalgada, antiga denominação deste Lugar, uma vez que lá existiam duas grandes pedras, dispostas de tal forma que uma estava “cavalgada” na outra. Segundo a Lenda, vivia escondida sob a Pedra Cavalgada “uma moira encantada” que nunca ninguém conseguía ver. Esta é uma reminiscência dos tempos da organização romana e sueva no território, que denuncia a anterior existência de um povoamento castrejo, no monte que existia na zona envolvente da Pedra Cavalgada.
 

XI Festival do R.F. Identidade Lusa


No dia 23 de Junho de 2013, participámos no XI Festival do R.F. Identidade Lusa.


 O R.F. Identidade Lusa são nossos afilhados e foi com muito gosto que mais uma vez participámos no seu festival e comemoramos com todos os seus elementos o seu 10º aniversário.

Aqui ficam algumas fotografias desse dia.



 Fonte: fotografias de Miriam Rodrigues, retiradas do facebook.

XVI Festival de Folclore R.F. Nossa Senhora da Abadia.

No dia 8 de Junho de 2013 rumámos ao Norte, até Abade de Neiva, Barcelos, para o XVI Festival de Folclore R.F. Nossa Senhora da Abadia.

Aqui fica um resumo.






Historial do grupo

Rancho Folclórico Nª. Sra. da Abadia, pertence ao Vale do Cávado, situada a 3 Km de Barcelos, na freguesia de Abade de Neiva, antigamente conhecida por Santa Maria de Condevão e Santa Maria de Vado, povoação muito antiga, fundada em 1152, pela Rainha D. Mafalda, esposa de D. Afonso Henriques, que mandou construir a Igreja de estilo Românico e que no ano de 1220 pertencia ao Padroado Real. Esta é ainda hoje a Igreja Paroquial.

Situada na encosta do monte e rodeada pelas freguesias: Silva, santa Leocádia, Vilar do Monte, Creixomil, Vila Boa e Vila Frescaínha S. Martinho, Abade de Neiva é um extenso vale fértil, essencialmente agrícola, de gentes bem alegres e divertidas.

Esforçando-se por conservar o rico Património Cultural dessa população o Rancho Folclórico Nª. Sra. Da Abadia nasceu no final de 1991, foi um grupo que se organizou para cantar as Janeiras e então surgiu a ideia de se formar um Rancho. Passou o ano de 1992 a ensaiar e fez a sua primeira aparição e baptismo do Rancho em 22/08/93 pelas festas da Padroeira que deu o nome ao grupo.

Desde então tem participado em várias festas de cariz religioso e profano, tem actuado em vários festivais, nacionais e internacionais (Espanha / França e Andorra) e promove seu próprio festival desde 1996.

Este grupo encontra-se inscrito no Inatel de Braga.

O Rancho Folclórico Nª. Senhora da Abadia apresenta os seguintes trajes: Noivos, Senhora Rica, Meia Senhora, Lavradeira Rica, Mordoma, Domingueiro, Lavradeira, Romeiro, Feira e Campo. O Grupo é constituído por 54 elementos.

Fonte: http://www.abadedeneiva.maisbarcelos.pt/?vpath=/contactos/folclore/

VII Festival Nacional de Folclore em Boliqueime

No dia 4 de Maio de 2013 o G.D.C. Besclore rumou a sul para participar no "VII Festival Nacional de Folclore em Boliqueime", organizado pelo R.F. da Casa do Povo de Boliqueime.


Pelo tabuado passaram para além do folclore algarvio, representado pelo grupo anfitrião, a plateia poderá assistir ao folclore do Alentejo (Mondadeiras da Casa Branca), Ribatejo (Casa do Povo de Pontével), Coimbra (Casa de Pessoal HUC) e Minho (Besclore).

Aqui fica um video resumo da actuação e algumas fotografias.


Vídeo cedido, elaborado e editado por Adriano Augusto.
Fotografias gentilmente cedidas por João César Fernandes.













Historial do Grupo


O Rancho Folclórico de Boliqueime foi fundado em 10 de Junho de 1984. Depois de muitos anos de sucesso a nível regional e nacional teve algum tempo de desactivação. Durante a passagem do milénio, um grupo de pessoas de Boliqueime juntou-se para voltar a recriar um dos grandes símbolos da freguesia, o Rancho Folclórico. Com a ajuda de uma nova colectividade (Associação Cultural) foi possível o renascimento do Rancho de Boliqueime, um dos grandes orgulhos das gentes da terra. Em 2002 o grupo voltou às origens e a 10 de Junho completou 27 anos desde a sua criação.

O Rancho tem participado em Festivais de Folclore de Norte a Sul do país, e também participou nos IV Jogos Mundiais da Paz em Marrocos, Fes, Meknes e Ifrane.

Hoje em dia, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Boliqueime conta com um vasto repertório de danças e cantares, de trajos e instrumentos, que fazem parte de um rico espólio. Muita dessa riqueza deve-se a um trabalho intenso, feito ao longo dos anos. Foi realizado um trabalho de recolha de trajos, alfaias agrícolas e caseiras, usos, costumes, gastronomia, bruxaria, danças e cantares desta região algarvia.

Dos trajos - noivos, lavradores, abastados, religiosos, moças casadoiras, destacam-se sobretudo os trajos de trabalho rural na apanha dos frutos secos, alfarrobas, amêndoas e figos, o de ceifeiros e os de trabalho caseiro na confecção do pão e da empreita, artesanato típico da zona.

Também nas danças, para além de balhos de roda e em cadeado, o Corrido e o Balho de Gana, há a destacar o Balho Teso, pois era com ele que se acabavam todos os bailes de salão da terra. O acordeonista, já cansado de tocar toda a noite, rompia com uma música rápida (um corrido) e a dança começava mais violenta. As raparigas tinham de fugir para junto das mães e os rapazes continuavam barqueando-se para ver qual o mais forte.

Texto in http://www.cpboliqueime.com/

Festival Nacional de Folclore G.E. Raízes do Sobral Gordo

No dia 10 de Março de 2013 participamos no Festival Nacional de Folclore G.E. Raízes do Sobral Gordo, no qual se comemorou o 10º aniversário do grupo anfitrião.



Historial do Grupo

O que começou por ser uma brincadeira de garagem, para animar as festas de Verão da aldeia, cresceu e alargou os seus horizontes. O êxito dessa primeira actuação encheu de orgulho os sobralgordenses que assistiram e, aliado à vontade e determinação de todos aqueles que lhe deram vida, agigantou-se. O grupo não queria ser só a animação daqueles que marcavam presença em Sobral Gordo. Queria também levar esta terra e os seus costumes àqueles que aqui têm as suas origens, e se viram obrigados a partir. Queria dar a conhecer Sobral Gordo. Um desmedido desafio, que tem tido estas vitórias ao longo dos últimos 6 anos.


A 15 de Fevereiro de 2003, numa pequena garagem, fundava-se o Grupo Etnográfico Raízes do Sobral Gordo. O grupo, constituído apenas por filhos, netos ou elementos ligados pelo matrimónio aos sobralgordenses, pretendia cantar, tocar e dançar as modas tradicionais da sua terra. Por isso aos primeiros acordes das concertinas e do acordeão, iniciou-se uma viagem ao passado, complementada com os trajes que, por esta altura, tinham sido roubados aos baús dos avós.

Em poucas semanas, o espaço tornava-se pequeno para tanta gente, para tanto orgulho e, sobretudo, para as coreografias criadas pelo Sr. José Silva, um conterrâneo corajoso, que foi capaz de fazer dançar um grupo de amadores sem qualquer ligação prévia ao folclore. 

Os encontros passaram a ter lugar na Paróquia de Vale de Milhaços. Um espaço à medida das novas necessidades do grupo, comparável à estima e apreço que cada um dos seus elementos dirige ao Sr. Padre Manuel. Esta estima reflectiu-se também num ensaio geral, realizado no dia 22 de Junho de 2003, a primeira vez que o grupo enfrentou um público.

A primeira actuação foi, contudo a 15 de Agosto desse ano, em Sobral Gordo, como forçosamente teria de acontecer. Nesse dia, o nervosismo, ansiedade e excitação de uma primeira vez acompanhavam a responsabilidade de uma nobre e respeitosa plateia sobralgordense, que repletava o Largo da Courela. Uma tarde memorável, onde coincidiram emocionados sorrisos, lágrimas e aplausos, que expressavam a gratidão e o orgulho dos homenageados. Os egrégios sobralgordenses tinham decidido. Os ventos sopravam, as raízes começavam a crescer.

No regresso à cidade, uma certeza permanecia: as Raízes do Sobral Gordo não ficariam por ali. Os usos e costumes daquela terra mereciam ser apresentados, e este grupo queria ser a sua bandeira. 

Ao longo destes primeiros seis anos de vida, o Grupo enfrentou-se a grandes dificuldades: o carácter amador e as agitadas vidas profissionais dos seus elementos limitavam a disponibilidade, correspondente ao empenho que se dedicava. O ensaiador, Sr. José Silva viu-se impedido de continuar o seu trabalho, bem como alguns dos elementos que desfalcaram o corpo de dançarinos. Todos tiveram grande importância, não só nas primeiras actuações, como também na construção dos alicerces que, actualmente, continuam a suportar este grupo. 

Os novos elementos entraram e adaptaram-se. Receberam a nova responsável técnica Sandra Neves, conhecedora do folclore, graças aos vários anos que passou ao serviço do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa.

As actuações sucederam-se, deixando o Grupo satisfeito com o desempenho e animado com as reacções das assistências. De tal forma que, em tão curta existência conta já com três organizações importantes: 

II aniversário do Grupo em 2005, um marco importante na carreira deste grupo, que pretendia partilhar com todos aqueles que o apoiaram e incentivaram. Esta comemoração teve lugar na S.F.U.A.P. e contou com a presença do Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva, Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, Rancho Folclórico da casa de Ponte de Lima e ainda o Grupo Etnográfico da Cova da Piedade. 

I Encontro de Folclore do Grupo em 2006, foi também o primeiro acontecimento do género na aldeia, onde a região esteve representada pelo Rancho Folclórico da Região de Arganil e o Rancho Folclórico os Malmequeres da Cerdeira. 

V aniversário do Grupo em 2008, um aniversário memorável para os elementos do grupo, partilhado com os sobralgordenses e amigos. Uma noite que perdurará na memória de todos quantos estiveram presentes.

  
A direcção do Grupo tem-se mantido desde a sua fundação, sofrendo um reajuste no início do ano 2009. Com muito crer, muita vontade e muito empenho, este Grupo tem-se mantido com uma união inabalável. 

Desde o primeiro encontro a 15 de Fevereiro de 2003 até ao presente, este Grupo só conhece a ordem crescente. É neste espírito que pretende continuar. Incentivando, estimulando e confiando nos jovens, e respeitando, acatando e ouvindo os mais experientes. 
Pois tem sido assim, neste andamento, que os ventos têm soprado e as raízes têm crescido!

Texto in https://sites.google.com/site/raizesdosobralgordo/historico 

Actuações 2013

10 Março - VII Festival Nacional de Folclore G. Etnografico Raízes Sobral Gordo - Almada

4 Maio - Festival de Folclore de Boliqueime - Boliqueime, Algarve

8 Junho - Festival de Folclore Nossa Senhora da Abadia - Abade de Neiva, Barcelos

23 Junho - Festival de Folclore Identidade Lusa - Bairrada

30 Junho - Romaria Limiana - Casa Concelho Ponte de Lima - Lisboa

13 Julho - Festival de Folclore de Palmeira - Braga

20 Julho - Festival de Folclore do R. de Vila Nova de Sande - Guimarães

21 Julho - Festival de Folclore Santo Estevão das Galés - Mafra

24 Julho - Feira de Artesanato do Estoril - Estoril

3 Agosto - Festival Folclore de Fafe - Fafe

10 Agosto - Festival de Folclore Tricanas do Cidral - Póvoa do Varzim
10 Agosto - Festival de Folclore R.E. Santa Maria Touguinha - Touguinha, Vila do Conde

11 Agosto - Festa da Serra - Mação

21 Setembro - XIV Festival Nacional de Folclore do G.D.C. Besclore - Praça da Figueira, Lisboa

1 de Dezembro - Feira de Solidariedade Novo Futuro - Rastrillo 2013