O Grupo de Danças e Cantares Besclore foi fundado em 1987, é uma das vertentes do Grupo Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Grupo Novo Banco.
Composto por cerca de 40 elementos visa “recolher, representar, promover e divulgar as tradições, usos, costumes, danças e cantares do povo do Alto e Baixo Minho português”. Iniciando a sua representação etno-folclórica nas danças, nos cantares e no trajar do final do XIX, princípio do séc. XX.
O Grupo leva já alguns anos de actividade na exibição da policromia dos trajes de Viana do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das modas da Ribeira Lima e Serras d`Arga e Soajo.
Tem ao longo dos anos participado em inúmeros espectáculos, festivais de folclore e romarias de Norte a Sul do Pais.Além de Portugal, o Besclore já se exibiu em Espanha, França, Inglaterra e Itália.
Fotografia de Grupo de Agosto de 2014
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No dia 11 de Agosto de 2012 participámos no Folk Cidade de Castelo Branco, organizado pelo G.T. O Cancioneiro de Castelo Branco.
Historial do Grupo
Num grande desejo de manter vivos os usos e os costumes da cidade de Castelo Branco e do seu concelho onde estão inseridas as suas vinte e cinco freguesias, surge nesta cidade nos finais de 2004, a Associação Cultural e Recreativa Grupo Típico “ O Cancioneiro de Castelo Branco “, fruto da boa vontade e do empenho de um punhado de homens e de mulheres que não querem deixar perder o tão rico e vasto espólio Etno-Folclórico do concelho de Castelo Branco.
O Grupo Típico é um símbolo marcante e vivo do que foi outrora a cultura etnográfica da nossa terra e das nossas gentes, algo do qual já muito nos orgulhamos e que este Grupo ajudará a manter e com esse mesmo propósito de manter vivas as nossas tradições, foi feito e esta ainda em curso, recolhas das músicas e danças que alegravam convívios e bailaricos em tempos remotos, não esquecendo as recolhas dos trajes, usos e costumes que marcaram a nossa cultura por todo o concelho, a recolha revelou-se relativamente fácil, graças às excelentes colaborações protagonizadas pelos nossos idosos de memória fresca e viva, e também aos ilustres estudiosos que nos deixaram um legado escrito tão rico, como é de salientar a Etnografia da Beira do saudoso Dr.º Jaime Lopes Dias.
Com características de vida serrana, dada a nossa situação geográfica, o que dá às nossas danças uma tonalidade mista dos ritmos vivos da beira serra, e das danças mais serranas, além de outras danças de ritmos mais vivos derivados da influência sofrida na População de outrora por causa das migrações para a zona do Ribatejo e Alentejo. Tais trocas enriqueceram indiscutivelmente o património etnológico de uma e outra região, originando um folclore vivo e variado em ritmos e melodias.
É Menbro Efectivo da Federação do Folclore Português.
É sócio da Fundação Inatel.
É sócio da F.A.F.I.F.
É sócio da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto.
No dia 4 de Agosto de 2012 participámos no XX Festival Folclore G.E. Rusga de Joane, em Joane, Vila Nova de Famalicão.
Aqui fica um vídeo da nossa actuação.
Vídeo retirado do you tube - Rui Afonso
Historial do Grupo
O Grupo Etnográfico Rusga de Joane iniciou a sua actividade a 2 de Fevereiro 1991, tendo-se apresentado oficialmente no dia 12 de Outubro de 1991. Foi apadrinhado pelo Grupo Folclórico das Lavradeiras da Mealhada.
Este Grupo já levou a beleza do folclore do Baixo Minho a muitos pontos do país, destacando-se a Feira Nacional de Artesanato, no Estoril, a Exponor, em Matosinhos. Levou ainda várias vezes o folclore do Baixo Minho à vizinha Espanha.
Em 1996 deslocou-se a Israel onde se integrou no 11º. Festival Mundial de Folclore em representação de Portugal, tendo sido o primeiro grupo folclórico português a deslocar-se a este país.
Em 1997 participou nas festividades Dia de Portugal em Newark – Estados Unidos da América e no ano seguinte participou na Festa das Vindimas em Leognan – França.
Em 1999 deslocou-se ao Mónaco mais uma vez integrando-se nas comemorações do Dia de Portugal.
Em 2000 deslocou-se novamente a França para participar num festival folclórico organizado pelos emigrantes portugueses de Bourgoin Jallieu.
Foi objecto de reportagem no programa TV-Regiões no canal 2 da RTP e na Televisão Nacional Israelita.
Conta com a realização anual de um Festival de Folclore.
Possui uma gravação comercial, onde se podem apreciar vários temas musicais que caracterizam este grupo.
Tal como disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga,
“…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.
Assim, foi em 11 de Setembro de 1994 fundado o "Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho", federado na Confederação Portuguesa das Colectividades Cultura Recreio e Desporto, Filiado no INATEL no Instituto Português da Juventude, Sócio auxiliar da Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa. Constituído por um grupo de minhotos e amigos do Minho que chamaram a si a missão de preservar, salvaguardar e divulgar as suas próprias raízes culturais.
Desde a sua existência já participou em cerca de 700 actuações em todo o Portugal, Espanha e França, gravou três CD's e um DVD onde exibe a apanha do milho, desfolhada, vindima dançando à moda de antigamente. Através da sua actuação, visa ainda a promoção cultural sobretudo junto dos mais jovens e a sua identificação com as tradições culturais da região de origem dos seus pais, a valorização dos seus conhecimentos musicais e da etnografia Portuguesa.
As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.
Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho.
O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Monção, Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo.
Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.
Qual hino a louvar o Criador, o Alto Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é representado por cerca de meia centena de jovens, uns mais do que outros, que presenteiam a quem lhes assiste aquilo que possuem de mais genuíno...
O Rancho das Lavradeiras da Trofa, surge pela mão de Maria Augusta Oliveira Reis, a 2 de Março de 1961, como consequência de um trabalho iniciado em 1946, de pesquisa, recolha, e preservação dos usos e costumes da região que representa.
A Trofa, situada no topo do Douro Litoral (onde o Minho acaba e o Douro começa), estende-se pelo alongado vale de Bougado, onde corre o rio Ave.
Recebe a brisa marinha das praias de Vila do Conde e Póvoa de Varzim, que ficam a cerca de 18 Km. Tem rápidos acessos ao Porto de onde dista cerca de 20 Km. Outrora terra essencialmente agrícola, a Trofa de hoje é um centro comercial, industrial e de serviços, considerável.
O Rancho das Lavradeiras da Trofa, é portador de uma vasta colecção de trajos, representando extractos sociais e profissões, de uma época situada entre o séc. XIX e início do séc. XX.
Podem ver-se Trajos de Festa de Lavradores ricos e de condição mais modesta, e de trabalho do campo ou outro; trajos que aparecem conforme a sua representação.
Além de ter percorrido o País de norte a sul, participando em festivais e romarias, hotéis e festas particulares, esteve presente em: Espanha - Santiago de Compostela, Caldas dei Rey, Oviedo, Avilez e Ourense Itália - Gorízia; Açores - ilhas Terceira, Pico e S. Jorge; França - Lê Puy en Velay e Niort; Brasil - Gravataí, Rio Grande do Sul e Ilha da Madeira. A sua actividade assenta, em recolhas efectuadas, por pessoas de gerações muito anteriores às do actual Rancho. Baseando-se nestas e em obras de Alcino Rodrigues e de Alberto Pimentel, vem apresentando quadros de Festa, Lazer e Trabalho, com o objectivo de mostrar a vivência das gentes de outrora, tentando reproduzir momentos que se perderam, que jamais se reviverão e que ficaram apenas na memória de alguns.
Está filiado no INATEL, é membro da Federação do Folclore Português desde a sua fundação, é sócio da Academia das Colectividades do Distrito do Porto e da Federação de Apoio a Festivais Internacionais de Folclore (FAFIF). Pela apresentação dos seus trajos e na interpretação das suas danças e cantares bem como na representação de quadros tradicionais, pretende assim, o Rancho das Lavradeiras da Trofa, ser um autêntico museu vivo, da sua região.
No dia 9 de Junho de 2012 participámos no 30º Festival de Folclore do Rancho Folclórico da Fajarda.
O Rancho Folclórico da Fajarda é um digno representante da freguesia da Fajarda, que ao longo dos anos tem divulgado a cultura da suaTerra.
Prova disso são as centenas de actuações realizadas de Norte a Sul e Ilhas, dentro do País, bem como as diversas passagens pela televisão, e mais recentemente a representação de Portugal em Festivais de CIOFF são prova que continuamos no bom caminho.
Historial do Grupo
Inserida no contexto da Planície Ribatejana, na parte sul do Distrito de Santarém, a Fajarda é uma Freguesia do Concelho de Coruche, cuja identidade cultural sempre manteve um pacto de cumplicidade com as margens do Rio Sorraia.
A efectiva origem do seu povoamento (por aforamento), data do final do século 19, daí surgindo, a primeiro designação da nossa aldeia Foros da Fajarda.
Os trajes de Festa, Abegão, Aguadeira, Campino, Maioral, Foreiro, Mondadeira, Ceifeira, Arrozeiro, Noivos, são tipicamente Ribatejanos, datam do início do século XX e procuram dar uma imagem diversificada daquilo que era o dia-a-dia das nossas gentes nos seus diversos ambientes, na Charneca e na Várzea, no Trabalho e na Festa.
A Freguesia, caracterizada por gente acolhedora, afável e simples, está apostada em preservar e divulgar os seus valores culturais mais representativos.
É membro efectivo da FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS desde 1996 e está inscrito no I.N.A.T.E.L.
As suas músicas, danças, cantares e trajes, datam do início do século XX, até á década de 40. Os nossos trajes por si só, constituem um espólio Patrimonial de grande valor e ao mesmo tempo nos ajudam a perceber a razão de ser da nossa identidade. È sempre com o maior orgulho que apresentamos o nosso Folclore, cheio de cor e de vida, próprio do VALE DO SORRAIA, REGIÃO DO RIBATEJO.
Em 1979 alguns Fajardenses, amantes da sua terra, motivados pelo desejo de promover e valorizar as tradições locais, revolveram baús, ouviram pessoas idosas apoiaram-se nas pesquisas mais válidas de 1954 e constituíram um novo agrupamento Folclórico, que é o actual Rancho Folclórico da Fajarda.
Fundado em Associação Cultural em Junho de 1979, tendo por objectivo a promoção e valorização das tradições locais, o Rancho Folclórico da Fajarda - Coruche é um grupo que, a par de outras iniciativas, promove a divulgação do Folclore e Etnografia da sua região essencialmente caracterizada pela paisagem do Vale do Sorraia.
RANCHO FOLCLÓRICO DA FAJARDA - 1979
Tal como no resto do Concelho de Coruche, os antigos Fajardenses, gostavam de dar largas à sua alegria, tão intrinsecamente Ribatejana, dançando e cantando modas do seu folclore, chegando-se a formar grupos que actuavam durante as Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo, (Padroeira da Vila de Coruche), para logo a seguir se desfazerem.
Esta forma de cultivar as tradições esteve na origem do primeiro Grupo Folclórico da Fajarda, que surgiu em 1954, em colaboração com a Casa do Povo de Coruche. Este agrupamento permaneceu em actividade até onze anos depois.
No dia 3 de Junho de 2012 participámos no XIX Festival Nacional de Folclore Louções, Turquel, Alcobaça, organizado pelo Rancho Folclórico Mira Serra dos Louções.
Grupos Participantes: . Rancho Folclórico de S. Miguel-O-Anjo - Calendário - Vila Nova de Famalicão - Baixo Minho - Ave . Rancho Folclórico Os Fazendeiros das Lagameças - Palmela - Estremadura Sul . Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores - Mortágua - Beira Litoral - Baixo Vouga . Grupo de Danças e Cantares Besclore - Lisboa - Minho . Grupo Folclórico do Centro de Convívio de Abitureiras - Santarém - Ribatejo . Rancho Folcórico Mira-Serra de Louções - Turquel - Alcobaça - Alta-Estremadura
Historial do Grupo
As primeiras tentativas para a formação do grupo remonta acerca de três décadas aquando de um cortejo de oferendas a favor do Centro Paroquial e Social e Turquel.
Louções e lugares circunvizinhos, organizaram um rancho folclórico para a actuação desse dia. Daí ficou sempre o desejo de tornar efectivo um rancho folclórico dos Louções, só tendo sido possível a sua efectivação no ano de 1987, após um desfile de Carnaval, três elementos do Grupo resolveram dar corpo ao sonho de tantos anos e puseram mãos a obra. A 31de Dezembro de 1987 foi autorizado pelo Instituto de Pessoas Colectivas o nome de “Rancho Folclórico Mira Serra dos Louções”.
Em 27 de Dezembro de 1988, foi lavrada e assinada a escritura da sua Fundação Legal no Cartório Notarial de Alcobaça, tendo sido publicada no Diário da República em 14 de Outubro de 1988.
De então para cá toda a actividade do grupo se tem concentrado no enriquecimento do traje e no aperfeiçoamento do já vasto repertório.
No dia 27 de Maio de 2012 realizou-se mais um Minho em Lisboa, na Praça da Figueira, Lisboa.
O desfile começou a partir do Largo de Camões, com o grupo de bombos “Os Amarantinos”, da Casa do Concelho de Amarante, a abrir o desfile em direcção à Praça da Figueira, seguido do grupo anfitrião – o Grupo de Danças e Cantares Besclore.
De Vila Nova de Famalicão veio o Rancho Regional de Fradelos, de Ponte de Lima o Rancho das Lavradeiras de São Martinho da Gandra, de Guimarães o Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde, S. Martinho e de Barcelos, o Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Abadia.
VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota
Maio de 2009 – Praça da Figueira
Organizado desde 2006 pelo Clube GBES,
e desde 2008 em parceria estreita com a Câmara Municipal de Lisboa, o
Encontro de Cultura Tradicional Minhota “O Minho em Lisboa” é já o maior
evento de Cultura Tradicional Minhota que se realiza em território
nacional fora da Província do Minho.
Contando com a presença de diversos agrupamentos folclóricos oriundos do
Minho, bem como de outros, como é o caso do anfitrião Grupo de Danças e
Cantares Besclore, que representam o Minho mas estão sedeados
noutras localidades, pretende-se com este evento trazer as Danças, os
Cantares, a Etnografia e o Folclore, e as artes e saberes tradicionais
do Alto e Baixo Minho português à Capital.
O desfile programado para o evento (desde Largo do Chiado), serão a melhor homenagem que se poderá
fazer ao trajar minhoto: a garradice dos trajes de Lavradeira, a beleza das moças namoradeiras,
a forma de ourar os peitos das Mordomas e o brio dos rapazes que as
acompanham a desfilar por algumas das mais emblemáticas e movimentadas
artérias da belíssima Baixa Pombalina. O espectáculo etnográfico mostrará o mais singular do Folclore
minhoto: o “gritar” da concertina, o repenicar das castanholas e o bater
dos tacões.
Se juntarmos a tudo isto a exposição de artesanto regional (uma panóplia de artes e mesteres
tradicionais minhotos, deixando apenas de fora a gastronomia), que irá
estar patente nas barracas colocadas na Praça da Figueira para o efeito e
o espectáculo de concertinas e cantares ao Desafio, pensamos estarem
reunidas todas as condições para uma extraordinária jornada de
engrandecimento da Cultura Tradicional na Capital.
Vídeos retirados do you tube - elaborados por Adriano Augusto
Publicações sobre o Evento
Domingo, 27 de Maio de 2012
GRUPO DE DANÇAS E CANTARES BESCLORE TROUXE O MINHO A LISBOA
Lisboa viu hoje desfilar a alegria e o colorido do folclore
do Minho. O Grupo de Danças e Cantares Besclore levou a efeito mais uma
edição do seu festival “O Minho em Lisboa – VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota”
que, ano após ano, vem alcançando grande notoriedade pela qualidade da
organização e pela escolha criteriosa dos grupos folclóricos
participantes, sendo visível a preocupação de o tornar o mais
representativo possível em relação à região.
A festa começou a partir do Largo de Camões, com o grupo de bombos
“Os Amarantinos”, da Casa do Concelho de Amarante, a abrir o desfile em
direção à Praça da Figueira onde os grupos subiram ao palco para fazerem
a sua exibição, logo seguido do grupo anfitrião – o Grupo de Danças e
Cantares Besclore.
De Vila Nova de Famalicão veio o Rancho Regional de Fradelos, de
Ponte de Lima o Rancho das Lavradeiras de São Martinho da Gandra com a
vivacidade característica do folclore alto-minhoto, de Guimarães o Grupo
Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde, S. Martinho e
de Barcelos, o Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Abadia.
Numa tarde soalheira, o Minho mostrou todo o esplendor dos seus
trajes, a beleza inconfundível do seu folclore e das suas danças e
cantares que proporcionaram um dia alegre e agradável a centenas de
pessoas que tiveram a oportunidade de presenciar à atuação generosa de
alguns dos mais conceituados grupos folclóricos minhotos. E, uma vez
mais, a nossa região deu-se a conhecer na capital do país, graças a uma
iniciativa a todos os títulos louvável do Grupo de Danças e Cantares
Besclore.
Fundado há vinte e cinco anos e maioritariamente constituído por
funcionários do grupo Banco Espírito Santo (BES) e seus familiares, o
Grupo de Danças e Cantares Besclore representa as danças, os cantares e
os trajes de várias regiões do Minho, com referência aos finais do
século XIX e começos do século XX. Como ele próprio refere, a sua
representação incide na “exibição da policromia dos trajes de Viana
do Castelo, do requinte dos trajes de Braga, da elegância das modas dos
vales dos rios Ave e Este, e da vivacidade e alegria contagiante das
modas da Ribeira Lima e Serras d'Arga e Soajo”.
Como vem sendo habitual, o BLOGUE DO MINHO acompanha
e regista as iniciativas mais relevantes e significativas que dizem
respeito à nossa região, qualquer que seja o local do país ou do
estrangeiro onde tenham lugar.
Domingo, 27 de Maio de 2012
O MINHO EM LISBOA: DE FAMALICÃO VEIO O RANCHO REGIONAL DE FRADELOS
Perde-se nos tempos a origem de Fradelos, outrora denominada
São Paio de Santa Leocádia de Fradelos de Pedras. Fradelos tem como
padroeira Santa Leocádia, tornada mártir ao tempo do imperador
Diocleciano, uma época que ficou marcada pelas constantes perseguições
aos cristãos nomeadamente na Península Ibérica.
É tradição local, por ocasião da Festa do Espírito Santo que se
realiza anualmente, as crianças darem ao colo do pai algumas voltas à
capela e, após a procissão, passarem por debaixo do andor do Espírito
Santo e nele baterem três vezes com a cabeça. Deve-se este costume a uma
crença popular segundo a qual, nos casos em que a mãe beba vinho ao
mesmo tempo que amamenta o filho, este virá a sofrer do “mal da gota”.
O Rancho Regional de Fradelos foi um dos grupos minhotos que participou no festival “O Minho em Lisboa – VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota”
organizado pelo Grupo de Danças e Cantares Besclore. Fradelos trouxe a
Lisboa as danças e cantares característicos do Baixo Minho, com os seus
ritmos suaves mas melodiosos, exibindo a robustez e desenvoltura das
suas moças que um dia o mestre José Malhoa tão bem retratou num dos seus
magníficos quadros – “As Vindimas”!
Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
O MINHO EM LISBOA: DE PONTE DE LIMA VEIO O RANCHO DAS LAVRADEIRAS DE SÃO MARTINHO DA GANDRA
São Martinho da Gandra é terra de grandes tradições na defesa
e divulgação do folclore minhoto. Com mais de meio século de
existência, o Rancho das Lavradeiras de São Martinho da Gandra é um dos
mais conhecidos e apreciados agrupamentos folclóricos do Alto Minho. As
suas danças são vivas e alegres, aproximando-se dos ritmos
característicos das danças das gentes de Arcos de Valdevez. Os trajes, o
batimento das castanholas e as coreografias são o que há de mais vivo
no folclore do Concelho de Ponte de Lima.
Situada na margem esquerda do Rio Lima, as gentes de São Martinho da
Gandra viviam outrora a azáfama do transporte de pessoas e mercadorias
que, no cais do Carregadouro, embarcavam com destino a Viana do Castelo.
A fiação e a tecelagem do linho e da lã, os bordados e as rendas fazem
parte do artesanato característico desta terra que também é de montanha e
que recebeu do Criador algumas das mais deslumbrantes paisagens com que
deslumbra o visitante.
O Rancho das Lavradeiras de São Martinho da Gandra, de Ponte de Lima, foi um dos grupos minhotos que participou no festival “O Minho em Lisboa – VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota”
organizado pelo Grupo de Danças e Cantares Besclore. As gentes de São
Martinho da Gandra trouxeram a Lisboa o ritmo e a alegria das suas
danças e cantares bem características do Alto Minho.
Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
O MINHO EM LISBOA: GUIMARÃES TROUXE À CAPITAL O GRUPO FOLCLÓRICO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL E RECREATIVA DE CONDE (S. MARTINHO)
Situada em plena bacia hidrográfica do rio Vizela, a
Freguesia de S. Martinho de Conde pertence ao Concelho de Guimarães,
limitando com o vizinho Concelho de Vizela. A estrada nacional 105 liga
esta localidade a Santo Tirso e à sede do Concelho, inserindo-a num eixo
industrial onde predominam os sectores dos têxteis, da confecção e do
calçado.
Porém, o Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de
Conde, S. Martinho, procura manter vivas as tradições das gentes desta
freguesia ao tempo em que as fábricas ainda não tinham acabado com o
modo de vida ancestral nem a indústria têxtil substituíra ainda a
produção artesanal do vestuário cujos trajes característicos apresenta.
Regiões de grandes tradições na preservação do folclore, as gentes
vimaranenses mantêm o ritmo e as danças características do Baixo Minho,
com coreografias bem marcadas que as distinguem das utilizadas noutras
terras minhotas.
O Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa de Conde, S.
Martinho, de Guimarães foi um dos grupos minhotos que participou no
festival “O Minho em Lisboa – VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota”
organizado pelo Grupo de Danças e Cantares Besclore. As gentes de
Guimarães trouxeram a Lisboa as danças e cantares bem características do
Baixo Minho.
Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
O MINHO EM LISBOA: BARCELOS TROUXE O GALO E O FOLCLORE
Terra de lendas e tradições, Barcelos é também famoso pelo
seu artesanato de que sobressai o característico galo que a barrista Rosa
Ramalho tornou célebre. A Festa das Cruzes que aqui se realiza
constitui uma das mais importantes romarias minhotas. De resto, as
festas e romarias constituem uma das melhores ocasiões para se apreciar o
esplendor das tradições etnográficas do Concelho de Barcelos.
O Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Abadia, da Freguesia de Abade
do Neiva, constitui um dos mais lídimos defensores dos usos e costumes
das gentes de Barcelos. Apesar de situado numa zona de transição, o seu
folclore é já marcadamente característico do Baixo Minho.
O Rancho Folclórico de Nossa Senhora da Abadia, de Barcelos, foi um dos grupos minhotos que participou no festival “O Minho em Lisboa – VII Encontro de Cultura Tradicional Minhota”
organizado pelo Grupo de Danças e Cantares Besclore. As gentes de
Barcelos trouxeram a Lisboa as danças e cantares característicos da sua
região.